segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

“Never Say Never” revela vida de oração e fé de Justin Bieber


Com apenas 16 anos o cantor Justin Bieber virou febre mundial e se prepara para o lançamento de seu filme intitulado “Never Say Never” que conta a sua trajetória musical. No filme, que será lançado no Brasil pela Paramount Filmes, Bieber é apresentado orando e dando graças antes dos shows e das refeições, além de outras expressões de sua fé cristã.

O ídolo teen não esconde sua fé, em uma entrevista novembro à Associated Press, o cantor contou como a fé cristã o manteve com os pés no chão convivendo em Hollywood. “Sou cristão, acredito em Deus, eu creio que Jesus morreu numa cruz por meus pecados. Eu acredito que tenho um relacionamento e eu sou capaz de falar com ele e realmente, Ele é a razão que estou aqui, então eu definitivamente tenho que lembrar sempre disso”, afirmou.

Nesse documentário sobre a sua vida também há ainda um depoimento de sua mãe Pattie Mallette, no qual ela fala como a fé ajudou a estabilizar a sua vida como mãe solteira de um adolescente.

“Eu nunca fui casada. Eu vim para o Senhor, quando eu tinha 17 anos, mas logo após aceitar a Cristo, eu voltei a fazer minhas próprias decisões e fiquei grávida”, revelou. “Percebendo que eu tinha feito, voltei a Deus de todo coração, implorando-lhe que me perdoe. É realmente um incrível testemunho da misericórdia de Deus e da graça. E o amor genuíno de pessoas na igreja que me incentivaram”.

A mãe do popstar também compartilhou que seu filho fez a sua própria decisão de fé, quando ele tinha uns cinco ou seis anos de idade. “Eu disse a ele que foi uma decisão dele. Ele não poderia fazer isso por causa da mamãe”, ela lembrou. “Tem que ser por causa do seu próprio coração. E ele ficava me dizendo que ele entendeu. E quando ele tinha oito ou nove anos, queria ser batizado. Então, eu deixei”.

O filme vem acompanhado de um “guia de recursos espirituais” para aqueles que estão interessados. O guia inclui versículos bíblicos relacionados ao filme que pode ser usado em pequenos grupos. “O filme é uma oportunidade para ensinar nossas crianças sobre o poder da esperança, a oração, fé e família”, diz o guia

domingo, 20 de fevereiro de 2011

“Satanás está atacando minha família”, afirma pai de Miley Cirus


O músico e ator Billy Ray Cyrus diz que o programa de TV da Disney. “Hannah Montana” destruiu sua família, causou seu divórcio e deixou sua filha, Miley Cyrus, fora de controle.

Em entrevista publicada na edição de fevereiro da revista GQ, Cyrus afirmou desejar que o programa que lançou sua filha ao estrelato nunca tivesse sido feito.

“Odeio dizer isso, mas sim. Sim. Apagaria tudo, se pudesse, em um segundo. Minha família ainda estaria aqui, todos bem, seguros e saudáveis, felizes e normais. Teria sido fantástico. Puxa, sim. Eu apagaria tudo em um segundo, se pudesse.”

Casados durante 17 anos, Tish, sua esposa, pediu o divórcio em outubro do ano passado. Eles têm três filhos – Miley é a mais velha, além de dois do casamento anterior de Tish.

Billy Ray Cyrus perguntou à filha sobre o vídeo em que ela aparece usando drogas durante a festa de aniversário de 18 anos dela, em dezembro. Miley teria dito para ele não se meter na vida dela. Billy Ray se recusou a participar da festa, afirmando que achava errado comemorar a data em um bar.

Também disse à revista GQ que está assustado pela sua filha e comparou o caminho que ela está trilhando com o de outras estrelas, cujas vidas terminaram de maneira trágica. Isso inclui Kurt Cobain, Anna Nicole Smith e Michael Jackson.

Billy Ray Cirus ficou conhecido pela sua carreira como cantor de música country no início da década de 1990, quando gravou seu grande hit “Achy Breaky Heart”. O músico disse que antes de mudar-se do Tennessee para Los Angeles, a família inteira foi batizada para se proteger do mal. Ele acredita que Satanás está atacando sua família.

“É assim que as coisas são. Sempre houve uma batalha entre o bem e o mal. Sempre haverá. Você pensa: ‘Esta é uma oportunidade para fazer algo que entreterá famílias, reunir as famílias…e olha o que se tornou”, disse Cyrus.

Segundo enquete do portal AOL, Miley Cyrus foi eleita a pior influência para crianças e adolescentes dois anos seguidos, em 2009 e 2010.

Anthony Hopkins fala sobre seu encontro com Deus na CNN


Anthony Hopkins, ator americano conhecido pelo seu desempenho como o assassino canibal Hannibal Lecter, esteve no programa de Piers Morgan, da CNN, para falar sobre sua carreira e sobre o dia em que decidiu acreditar em Deus.

Em um determinado momento do programa a apresentadora perguntou, “Você acredita em Deus?” E Hopkins respondeu: “Sim, eu creio. Eu creio”. O ator explicou que cerca de 35 anos atrás, ele sentiu a necessidade de Deus, enquanto estava passando por uma crise e orava a Ele mesmo que nessa época se considerasse ateu.

Hopkins disse que naquela época vivia em Nova York, e tinha um problema com a bebida que era tão grande que quase se sentia como se estivesse possuído. “Era como estar possuído por um demônio, um vício, e eu não conseguia parar. E milhões de pessoas ao redor desse jeito. Eu não conseguia parar”.

Desesperado, ele pediu ajuda a uma mulher que disse a ele que apenas confiasse em Deus. “E eu disse, bem, por que não? E foi um salto quântico a partir daquele momento.”

O último papel interpretado por Anthony Hopkins foi uma padre exorcista no filme “O Rito”. Na entrevista ele revelou que estava nervoso sobre aceitar o papel que mais uma vez descreveu-o como um “esquisito”. Ele disse: “Eu olhei o roteiro e eu pensei que eu não queria fazer outro estranho, porque eu não sou. – não estava completamente convencido”.

Professora recebe voz de prisão após polícia confundir rapadura com droga


Um tablete de rapadura gerou confusão nesta sexta-feira (18), durante operação policial em Ourinhos, a 378 km de São Paulo. Com informações de que uma mulher iria transportar drogas de São Paulo até a cidade em um ônibus, policiais civis revistaram vários veículos em uma base da Polícia Rodoviária de Santa Cruz do Rio Pardo.

Em um dos ônibus parados durante a operação, eles encontraram um suposto entorpecente dentro da bolsa da professora Angélica Jesus Batista. A polícia deu voz de prisão ainda dentro do veículo. A mulher chegou a ser algemada.

Segundo Angélica, a policial que a abordou disse que era muita droga e a algemou na frente de todo mundo, enquanto ela era retirada do ônibus. Depois, constatou-se o engano. O que os policiais pensavam ser crack era, na verdade, um tablete de rapadura que a professora levava de presente. Em seguida, a professora foi liberada.

Angélica registrou boletim de ocorrência por constrangimento. Uma outra mulher foi presa horas depois em outro ônibus por suspeita de carregar 2kg de crack. O delegado seccional de Ourinhos Amarildo Aparecido Leal disse que os policiais usaram o procedimento padrão diante da situação, mas que, mesmo assim, o caso será investigado.

Esgoto entupido dificulta atividades no colégio Assis Chateaubriand e provoca demissão de funcionário

A direção já procurou a Embasa, mas a empresa alega que o problema é da Prefeitura, enquanto isso alunos contraem doenças e bactérias decorrentes da rede de esgoto.


A rede de esgoto entupida na rua Arivaldo de Carvalho, em frente ao colégio Assis Chateaubriand em Feira de Santana, além de trazer riscos de contaminação as pessoas que trafegam pelo local, está atrapalhando o acesso a instituição de ensino da rede estadual.

Segundo a auxiliar de administração do colégio, Alexandra Ferreira Costa, a rua ficou alagada na tarde de sexta-feira (18) quando começou a chover e um portão teve que ser aberto do outro lado da rua para possibilitar a saída dos estudantes.

“Não sabemos a quem recorrer, a gente procura a Embasa e ela diz que o problema é da Prefeitura e quando procuramos a Prefeitura ela informa que temos que falar com a Embasa, enquanto isso já teve aluno que quase perdeu o pé por causa de uma bactéria contraída através da lama”, disse.

Adriana de Jesus Lima, mãe de um estudante e funcionária do colégio, também reclama da situação. Ela conta que o acesso ao Assis Chateubriand só pode ser feito através de carro quando chove e alega que o mau cheiro é insuportável.

“Nosso vigilante pediu demissão porque estava passando mal com o forte odor da lama, faça chuva ou sol, o esgoto permanece no local, nunca está limpo”, informou a Adriana Lima.





A frente gay no paredão do Congresso

Vencedor do programa BBB, o deputado Jean Wyllys tenta criar uma bancada em defesa dos direitos dos homossexuais, mas esbarra na resistência dos parlamentares com aversão ao tema

A chegada do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), primeiro gay assumido a levantar a bandeira do movimento, provocou agitação no Congresso. Liderado pelo deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), um grupo começa a se alinhar em uma bancada informal antigay. Ela é formada por deputados da Frente Evangélica, somados aos da Frente da Família e a outros que compartilham a contrariedade em ver a discussão sobre direitos homossexuais avançar.

Wyllys começou seu mandato na ofensiva. Ele vai propor um projeto de lei que institui o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, em vez de insistir apenas na regulamentação da “união civil” – termo adotado por alguns integrantes do movimento gay, para evitar a discussão no campo religioso. “Tem de ser casamento civil porque é o mesmo direito para todos”, afirma. “Quando um cônjuge morre, o parceiro da união estável só tem direito a herança se não houver nenhum herdeiro direto. Já no casamento, ele é herdeiro direto.” Sua primeira ação, como deputado, foi recolher assinaturas para a Frente Parlamentar pela Cidadania GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros).

Na semana passada, Wyllys sentiu uma pequena demonstração do incômodo gerado por sua movimentação. Menos de 24 horas depois de ter começado a percorrer a Câmara pedindo assinaturas para a Frente, sua página no Facebook foi bloqueada. Isso ocorreu porque uma série de usuários da rede fez uma ação coordenada para denunciar a página como falsa. Wyllys diz que sabia que sua presença iria provocar reação e que está preparado para o embate. Jornalista e professor universitário, ele demonstrou habilidade para o debate público quando ganhou o programa Big Brother, em 2005, contra um grupo de participantes que tinham em comum o orgulho da masculinidade. Na arena política, porém, vai enfrentar opositores mais experientes.

A principal voz na Câmara contra a discussão sobre direitos dos homossexuais é a de Bolsonaro, deputado no sexto mandato e capitão do Exército. Enquanto os representantes da Frente Evangélica e os da Família medem as palavras ao tecer críticas aos projetos que combatem a homofobia, Bolsonaro é desabrido e promete enterrar os projetos do colega (leia as entrevistas de Wyllys e Bolsonaro abaixo).

Segundo João Campos (PSDB-GO), líder da bancada evangélica, o grupo respeitará as posições de Wyllys e de sua Frente. Um dos pontos de atrito entre eles é o material contra a homofobia, a ser distribuído pelo Ministério da Educação nas escolas. “Somos contra discriminação, mas não queremos que o governo faça apologia da homossexualidade”, diz Campos.

No Senado, a Frente Parlamentar pela Cidadania GLBT é liderada pela senadora Marta Suplicy (PT-SP), que desarquivou o projeto de lei que torna a homofobia crime. Marta e Wyllys começam a procurar parlamentares simpáticos a seus projetos. “Vamos atrás dos que se inclinam a nos apoiar, mas não têm coragem por questões eleitorais”, diz Marta. Não foi difícil mapear o inimigo. Wyllys precisa, agora, encontrar os aliados para o dia do paredão.


Jean Wyllys: "O movimento GLBT chegou"

O deputado estreante pretende propor o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, uma evolução da união civil

ÉPOCA – Qual é a pauta da Frente GLBT?
Jean Wyllys – Primeiro, a defesa do projeto Escola Sem Homofobia. Depois, também vou protocolar o projeto de casamento civil [entre pessoas do mesmo sexo]. Vou propor e protocolar no dia do lançamento da frente. Existe um projeto tramitando de união estável, nós vamos propor outro. Não é “casamento gay”. Quando a imprensa coloca assim, provoca um equívoco quanto à noção do sacramento do casamento. Não estamos tratando disso, mas de um direito civil. O Estado é laico e o casamento é um direito civil, ele tem que ser estendido ao conjunto da população, independente da orientação sexual e identidade de gênero. Se os homossexuais têm todos os deveres civis, então têm que ter todos os direitos. É assim que funciona uma república democrática de verdade.

ÉPOCA – E o projeto que criminaliza a homofobia?
Jean Wyllys – O projeto que criminaliza a homofobia foi desarquivado agora pela senadora Marta Suplicy, que faz parte da Frente no Senado. Esse projeto altera a lei do racismo e inclui discriminações por identidade de gênero e orientação sexual. Essa lei não vai proibir ninguém de continuar odiando homossexual, para aqueles que odeiam. Quem quiser que continue alimentando seus ódios, privadamente. É um direito. Agora, publicamente ela não pode impedir um homossexual de acessar um direito e nem de expressar publicamente a sua sexualidade. E quase sempre o homossexual é impedido de acessar um direito e expressar sua homossexualidade de maneira violenta.

ÉPOCA – Como é a reação a suas ideias?
Wyllys – Meu Facebook foi tirado do ar em uma ação orquestrada. É natural que minha presença na Câmara provoque uma reação. O movimento GLBT chegou ao Congresso. Por enquanto, não tive muito contato com os deputados da bancada evangélica e cristã. Vou ter esse contato porque estou reestruturando a Frente Parlamentar pela Cidadania GLBT. Ela existiu com o nome Frente Parlamentar pela Livre Expressão Sexual, mas como a maioria das frentes aqui, não tinha uma agenda de atividades e ação concreta. A primeira decisão que tive, depois de uma conversa com a Associação GLBT, é que a frente vai funcionar de verdade. Acho que há condições de criar um ambiente propício. Mesmo no contato com a bancada evangélica, embora muitos deputados tenham se colocado publicamente. Eu acredito no meu papel pedagógico, de sentar e explicar as questões que merecem ser explicadas para que os preconceitos sejam derrubados. Eu não sei se vai haver terreno fértil do outro lado. Mas para mim o exercício da política é esse.

ÉPOCA – Como vê a reação contra o programa que combate a homofobia na escola? Wyllys – É uma ignorância que persiste por má-fé. O material não ameaça os valores cristãos. Pelo contrário, ele assegura algo que é valoroso para os verdadeiros cristãos: o valor da vida e o respeito ao outro. Quem fala o contrário fala por má-fé, porque não quer ver seus espaços de poder ameaçados.
Bolsonaro é a caricatura de um deputado nostálgico de tempos sombrios de ditadura e repressão às liberdades. Às vezes penso que nem ele acredita no que diz.

ÉPOCA – O deputado Bolsonaro diz que o material incentiva a homossexualidade. Wyllys – Bolsonaro é a caricatura de um deputado nostálgico de tempos sombrios de ditadura e repressão às liberdades. Às vezes penso que nem ele acredita no que diz. É mais para produzir um efeito midiático e despertar o que há de pior nas pessoas para ter ganho eleitoral. Ele faz uso da ignorância popular e dos preconceitos que são reproduzidos e dos quais as pessoas não se livram exatamente porque não há um projeto sério que radicalize na defesa dos direitos humanos no país.

ÉPOCA – Como avaliou o material do kit Escola Sem Homofobia?
Wyllys – O material cumpre a função a que se propõe. Ao contrário do que alguns deputados de orientação evangélica têm falado, cumpre muito bem o que se propõe sem ferir brios, sem ferir a moral. É um material muito bem elaborado que contribui para construir uma cultura livre de direitos humanos e diversidade na orientação sexual nas escolas, que é hoje o espaço privilegiado de reprodução da homofobia.

ÉPOCA – Como o material vai mudar essa realidade?
Wyllys – Ele é destinado aos formadores de opinião dos alunos, aos monitores e professores. Hoje o bullying e a homofobia são praticados largamente pelos alunos, mas também pelos professores que não reconhecem outras sexualidades que a heterossexualidade. Quando reconhecem, é sempre numa perspectiva de discriminação, de algo menor. Por exemplo, os professores de ensino médio tem uma dificuldade enorme de lidar com as transexuais e travestis. Não deixam que usem o nome social e, quando usam, transformam em objeto de injúria – o que faz essas alunas abandonar a escola. Os professores não sabem lidar com os alunos afeminados, que fogem dos papéis de gênero definidos pela sociedade.
Eu fui um menino que fugia das normas. Não curtia futebol, das brincadeiras de briga. Eu gostava de desenhar e de ler e por isso eu sofria muito e não era protegido pelos meus professores. Muito pelo contrário, eu era constrangido a me enquadrar naquele modelo ali.

ÉPOCA – Alguma vez o senhor sofreu violência por parte dos professores?
Wyllys – Violência física não, mas simbólica constantemente. Os professores sempre me constrangeram. Eles diziam ‘tome jeito de menino’. Só não sofria mais porque era um excelente aluno. O material do projeto Escola sem Homofobia incide no imaginário desses professores, sensibiliza-os para outras realidades. Principalmente os vídeos que dramatizam as histórias de vida. Em um país como o nosso, em que a telenovela tem papel preponderante na formação das mentalidades, a dramatização das histórias das vítimas da homofobia é fundamental para sensibilizar o professor para essa outra existência violentada permanentemente.
Além disso, tem um material escrito que explica o que é identidade de gênero de maneira didática. Para que as pessoas compreendam, por exemplo, que existem pessoas como as transexuais e que a maneira delas se perceberem não está de acordo com o que a natureza lhes deu. A saúde psíquica dessas pessoas depende da aceitação do outro. O professor tem que entender que existem diferentes orientações sexuais e que o papel de gênero do menino pode ser dilatado. Quem foi que recebeu um fax dos céus dizendo que menino se comporta dessa e não daquela maneira? Que tem que gostar dessa ou daquela cor? A escola tem que ser um campo aberto para a pluralidade de comportamentos e existências.


Jair Bolsonaro: "Vamos fazer de tudo para enterrar"

Capitão do Exército, o deputado não reconhece a legitimidade da discussão sobre direitos dos homossexuais


ÉPOCA – Como vê a criação da Frente Parlamentar pela Cidadania GLBT?

Jair Bolsonaro – O primeiro passo para desgraçar um país é mexer na célula da família. Eles vão atacar agora o ensino fundamental, com o “kit gay”, que estimula o “homossexualismo” e a promiscuidade. Tem muito mais violência no país contra o professor do que contra homossexuais. Quando eles falam em agressões, é em horário avançado, quando as pessoas que têm vergonha na cara estão dormindo. A regra deles é a porrada e querem acusar nós, os normais, os héteros.


ÉPOCA – O senhor não teme estimular a violência com essa retórica?
Bolsonaro – Negativo. Só quero que a opção sexual se revele na intimidade do quarto, não obrigar um padre a casar um gay. O bigodudo vai dar um beijo na boca do careca, na frente dos convidados, e isso é legal?

ÉPOCA – Como vai ser o diálogo com o deputado Jean Wyllys?
Bolsonaro – Vou ter atrito com ele no campo das ideias e dos projetos, que vamos fazer de tudo para enterrar nas comissões. Se depender de mim, e de muitos outros, não vai para a frente. Em nome da família e dos bons costumes. Eles vão querer o quê? Vamos colocar um espanador na orelha? Vão vender os serviços de “homossexualismo” deles, é isso?

ÉPOCA – Se a homofobia virar crime, o senhor vai parar de criticar os gays?
Bolsonaro – Tenho imunidade para falar. Não vou medir palavras. Eu defendo a pena de morte, que é mais grave que criticar homossexual. O pessoal me chama de retrógrado, dinossauro, mas a verdade é que o Brasil está piorando desde o fim do regime militar.

ÉPOCA – O kit contra homofobia nas escolas não é importante para reduzir a violência contra os alunos gays?
Bolsonaro – Não tem nada a ver. Ele está é estimulando o homossexualismo e a promiscuidade. Dependendo do público que você permite a informação, vai deturpar. Nesse kit, consta três filmetes, um deles é o “Encontrando Bianca”. A história é esquisita. É um menino, que pinta as unhas, que quer ser chamado de Bianca, que quer frequentar o banheiro feminino. E no final ele passa a ser uma referência na escola. Eles alegam que é da 5ª série em diante, mas não tem como você botar uma linha porque os prédios são de 1ª à 9ª série, como vai dizer que aqui só pode ver quem está na 5ª série para cima?

ÉPOCA – Qual é o problema do filme?
Bolsonaro – É um estímulo ao homossexualismo. É uma porta aberta para a pedofilia. Você vai aguçar a curiosidade dessa molecada numa idade muito precoce. Acho que a garotada vai para escola para aprender matemática, língua portuguesa, história e, se possível, um pouquinho de educação moral e cívica, que hoje não existe mais.

ÉPOCA – Em discurso, o senhor disse que “se um garoto tem um desvio de conduta (de orientação sexual), ele tem que ser direcionado para o caminho certo. Nem que seja pelas palmadas”. O senhor não teme estimular casos de violência dentro de casa, que podem levar a agressões físicas graves e até a morte?
Bolsonaro – Essa política de defender o coitadinho já está aí desde que o Figueiredo saiu e olha como está a situação da educação no país hoje em dia. O professor tem preocupação de dar nota baixa porque ele pode apanhar do aluno. No meu tempo, os meus colegas tinham medo de comentar nota baixa com os pais. Eu não quero abrir mão de dar umas palmadas na minha filha se preciso for. Tem um projeto de lei criminalizando isso aí. O espancamento, que é uma lesão física, está previsto em lei que você não pode, é crime. Mas, quando um filho nosso começa a ter desvios, ter comportamento violento, você pega uma cinta, dá três lambadas e ele se endireita. E se você pode direcionar o comportamento agressivo, porque não o comportamento delicado demais? Eu tenho pavor, Deus me livre um filho meu começar a entrar para esse lado de ser delicado demais.

ÉPOCA – O senhor acha que falar mal de gays publicamente é um direito?
Bolsonaro – Qual o problema? Eu vou continuar criticando porque eles querem ser uma classe de primeira categoria. É o plano do Projeto de Lei 122 [que criminaliza a homofobia] que está no Senado. Se aprovar aquele projeto e um dia eu tiver que aprovar alguém comissionado, eu já nem pego o funcionário se perceber que joga no outro time. Isso porque, na hora de ser mandado embora, você nunca sabe o que ele vai alegar. Olha que absurdo, numa escola, dois moleques de 16 anos começam a trocar beijos e, se o diretor advertir, começa com três anos de detenção. Quer dizer, começa com “kit gay” na escola, uma proibição como do PL 122, mais a lei da palmada, esse país vai virar terra de ninguém.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Justin Bieber rouba cena no jogo das celebridades do All-Star Game

Mais aplaudido em quadra, cantor de 16 anos enfrenta ex-atletas e outros artistas, não se intimida e acerta cesta de três

Eram vários artistas e alguns jogadores famosos no jogo das celebridades do All-Star Game da NBA. Mas um garoto franzino de 16 anos conseguiu atrair os holofotes para ele. A entrada de Justin Bieber em quadra foi a mais esperada e aplaudida, apesar da presença de atletas como Scottie Pippen, Chirs Mullin e Rick Fox.

Justin Bieber foi uma das estrelas do jogo das celebridades do All-Star Game da NBA

Apesar da idade e do tamanho, Bieber não fez feio. O cantor não se intimidou e acertou até uma cesta de três no primeiro quarto da partida. E, com fortíssimo eleitorado feminino, foi o MVP (jogador mais valioso) da partida, em votação realizada pela internet.

O cantor fez muito sucesso com as fãs, mas também mostrou habilidade na partida

Luxemburgo revela que Ronaldo usou fralda na Copa América-99

Ex-atacante teve que tomar remédio para perder peso durante a preparação da Seleção Brasileira para a competição disputada no Paraguai


Vanderlei Luxemburgo e Ronaldo durante
a Copa América de 99

Ronaldo anunciou a aposentadoria na última segunda-feira, mas o agora ex-jogador ainda vai ser assunto por um longo tempo. Nesta sexta-feira, durante entrevista coletiva no Ninho do Urubu, o técnico do Flamengo, Vanderlei Luxemburgo, foi questionado sobre passagens curiosas da convivência com o Fenômeno. Eles trabalharam juntos na Seleção Brasileira e no Real Madrid. E o treinador lembrou de uma história envolvendo o jogador durante a Copa América de 1999, disputada no Paraguai.

Já na aquela época, com 22 anos, o jogador lutava contra a balança. Segundo o treinador, que na época treinava a Seleção, o jogador se apresentou acima do peso e teve de se submeter a um tratamento emergencial.

- Houve experiência muito legal e tenho que contar. Na Copa América, ele precisava diminuir o peso. Conversamos, ele falou que estava acima e tacamos Xenical (remédio para diminuição de peso) nele. Ele teve de ficar andando com aquele fraldão. E dizia: “Pô, mister, tenho de andar de fralda?” (risos) – contou.

O uso do medicamento pode ter como efeitos colaterais "aumento das evacuações e incontinência fecal", como indicado na bula do remédio.

Apesar do sobrepeso, Ronaldo fez cinco gols, dividindo a artilharia do torneio com Rivaldo. E ajudou o Brasil a ser campeão, marcando uma vez na final contra o Uruguai (3 a 0).

Flagrado fumando, Ronaldo promete medidas legais

O evento promovido pelo Fenômeno foi realizado para homenagear o lutador Anderson Silva, campeão mundial dos pesos médios do UFC


O ex-atacante Ronaldo não escondeu seu desapontamento com as fotos publicadas pela imprensa na manhã desta sexta-feira. Nelas, o atacante aparece fumando cigarro e ingerindo bebidas alcoólicas durante um jantar promovido por ele em sua casa na noite da última quinta (17). Pelo Twitter, o Fenômeno declarou.
- Sempre respeitei os fotógrafos e sempre tentei ajudar! Só que dessa vez passaram do limite! Subir no muro e tirar foto dentro de casa... Tomarei as medidas legais...

Além de Ronaldo, o lateral-esquerdo Roberto Carlos, seu ex-companheiro de Corinthians, foi fotografado na mesma situação na casa do ex-atacante. O evento promovido pelo Fenômeno foi realizado para homenagear o lutador Anderson Silva, campeão mundial dos pesos médios do UFC. A carreira do lutador é gerenciada pela 9ine, empresa de marketing esportivo da qual o Fenômeno é sócio. O maior artilheiro da história das Copas do Mundo anunciou a sua aposentadoria do futebol, após 18 anos de carreira, na última segunda-feira (14). Já Roberto Carlos acertou sua transferência para o Anzhi Makhachkala, da Rússia, mas ainda não deixou o Brasil. As informações são da Agência Estado





lutador Anderson Silva

Pastor quer ganhar a atriz norte-americana Lindsay Lohan para Cristo


Um pastor “amigo da família” vem tentando evangelizar a atriz Lindsay Lohan, que vem enfrentando uma série de problemas por causa do uso de drogas além de acusações de crime e roubo.

Essa é a terceira vez que o Pastor Marty Ângelo, que faz trabalhos na prisão, tenta falar com Lindsay sobre a mensagem de Cristo. Numa carta divulgada na quinta-feira passada o pastor se coloca não como um mensageiro da fé, mas como uma pessoa que já passou pelos mesmos problemas que a atriz enfrenta hoje.

“Lindsay, eu estou falando para você hoje não apenas como Ministro de uma prisão e amigo de seu pai, mas como uma pessoa que já viajou pelo mesmo caminho em que você está”, escreve Ângelo, em uma carta divulgada quinta-feira passada.

Segundo informações do Christian Post, as tentativas de Ângelo em alcançar Lohan começaram quando o pai da atriz, Michael Lohan, entrou em contato com ele em 2007 para ajudar a filha. O Sr. Lohan tinha lido o livro de Ângelo, Once Life Matters: A New Beginning, que ele disse ter mudado sua vida, enquanto ele estava na prisão.

Desde então, Ângelo começou a enviar as cartas e livros à jovem Lohan e tem acompanhado pessoalmente a seu pai nas aparições no tribunal, na esperança de que ela se engajasse em um programa baseado na fé.

Para o pastor os centros de reabilitação não oferecem uma melhora real no quadro clínico dos dependentes, e para que isso aconteça de fato é necessário incluir um programa cristão.

“Eu estou falando sobre um programa que pode mudar sua vida. Não é um programa secular de 30 dias em que ela entra porque tem o dinheiro e sai da mesma maneira que entrou”, disse Angelo. “Talvez limpou por pouco tempo, mas depois é claro, a tentação ainda está lá. ”

Ele mencionou que um recente estudo da UCLA mostrou que pessoas que lutam contra o abuso de substâncias e foram a um programa de reabilitação tiveram piores resultados do que aqueles que não vão para um programa.

Ângelo lembra Lohan que, embora a mídia esteja olhando apenas para os seus erros, ele só olha para os caminhos em que Deus possa ser glorificado através de todos os seus problemas. Mas primeiro ela precisa se arrepender e depois fugir da indústria durante um ano.

“Ela deveria se arrepender. Ela precisa fazer uma pausa e sair dessa indústria em que ela está dentro. Uma industria que glorifica o estilo de vida a que eles estão tão acostumados. É por isso que eu digo que um programa de 12 meses com base na fé é um começo”, disse ele. Ângelo destacou que o primeiro passo no programa seria “apresentá-la a Cristo”.

A próxima celebridade a ser evangelizada será a socialite Paris Hilton. O pastor oferece seus livros de graça para quem está em clínicas de reabilitação e também na prisão.

Edir Macedo Em Reunião Afirma Beber Cerveja

Bispo Macedo afirma que bebe cerveja


Durante o Santo Culto gravado no dia 30 de Janeiro e postado o áudio no Youtube o bispo Edir Macedo confessa que bebe cerveja. No sermão, o fundador da Igreja Universal do Reino de Deus falava sobre a diferença entre a fé e a religião, dizendo que a religião impõe restrições e obrigações, mas a fé não.
“Deus nos deu a fé para que a gente decida o que é melhor pra nós. Não tem nada a ver com religião.
A religião evangélica proíbe beber vinho, é ou não é? Mas eu bebo o vinho, eu bebo um cálice de vinho. A religião proíbe beber cerveja, mas eu bebo cerveja quando eu estou com vontade eu bebo e acabou. E quem é que vai me dizer pra eu não beber? E sabe por que eu bebo? Porque a minha consciência não desaprova”, disse.
Ciente do peso de suas palavras, Edir Macedo explica que o fato dele beber não pode ser levado em conta para que outras pessoas façam o mesmo. “Eu não estou dizendo pra você beber ou não beber. Isso é problema seu! A sua fé é quem tem que dirigir a sua vida e não a minha fé”.
Já prevendo o escândalo que suas declarações causariam ele diz: A fé que Deus nos dá faz a gente ser livre! No final do trecho divulgado o bispo ainda diz em tom de brincadeira “se beber não dirija”.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Cientistas descobrem acidentalmente um possível remédio anticalvície

Tratamentos podem tratar perda de cabelos relacionada ao estresse e velhice


A descoberta acidental de uma substância que fez crescer novamente pelos em ratos de laboratório pode abrir caminho para um potencial remédio contra calvície em seres humanos, segundo uma pesquisa americana publicada nesta semana.

Segundo Million Mulugeta, professor adjunto de medicina da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, um dos coautores deste estudo, "a descoberta mostra que um tratamento de curta duração com esta substância fez crescer novamente pelos em ratos que foram geneticamente modificados para ficarem cronicamente estressados".

- O trabalho pode significar o início de novas abordagens para tratar a calvície em humanos, ao neutralizar os receptores de um hormônio que desempenha um papel-chave na condição de estresse.

Tais tratamentos poderiam tratar a perda de cabelos relacionada ao estresse e à velhice, precisou o médico.

O estudo foi publicado na versão online da revista científica americana PLoS One, uma publicação da Public Library of Science.

Os cientistas fizeram esta descoberta inesperada ao conduzir pesquisas sobre as maneiras como o estresse pode afetar as funções gastrointestinais.

Para isso, utilizaram ratos geneticamente modificados para produzir em excesso corticotropina ou CRF (corticotrophin-releasing factor, na sigla em inglês), um hormônio de estresse.

Ao envelhecer, esses ratos começaram a perder os pelos, principalmente nas costas, ao contrário do grupo controle de roedores não modificados geneticamente.

Pesquisadores do Instituto Salk na Califórnia, membros da equipe que desenvolveu o trabalho, conseguiram criar um peptídeo, uma substância química batizada de "astressin-B", que bloqueia o efeito estressante do hormônio CRF e o injetaram nos ratos que perdiam os pelos.

Três meses mais tarde, os médicos voltaram para analisar os efeitos do "astessin-B", mas não conseguiram distinguir os ratos geneticamente modificados dos outros, já que seus pelos haviam voltado a crescer totalmente.

Prefeitura apresenta contraproposta para trazer Chiclete com Banana

A prefeitura não pode pagar o cachê de R$ 350 mil a banda, mas vai apresentar uma contraproposta nesta sexta-feira (19), em Salvador.


A participação da banda Chiclete com Banana na Micareta 2011 ainda não foi confirmada. Apesar de e-mails e postagens no Twitter informando a apresentação de Bell Marques para o "povão" dia 29 de abril, a Prefeitura Municipal de Feira de Santana ainda não fechou acordo, inclusive, no site do Chiclete com Banana ainda não consta agendada a vinda do grupo à cidade.

O diretor de eventos da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e lazer, Naron Vasconcelos disse ao repórter Paulo José, do programa Acorda Cidade, que a prefeitura não pode pagar o cachê de R$ 350 mil a banda, todavia vai apresentar uma contraproposta nesta sexta-feira (19), em Salvador, juntamente com o secretario Euclídes Artur.

O diretor não revelou qual é a contraproposta, mas informou que a secretaria está avaliando, também, a possibilidade de buscar convênio com o Governo do Estado para trazer grandes atrações como Chiclete com Banana.

Em entrevistas anteriores, cedidas ao ACORDA CIDADE, o prefeito Tarcízio Pimenta afirmou que a prefeitura não tem recursos para aplicar em blocos, mas que poderá trazer qualquer atração que tiver preço acessível às contratações do governo. Resta aguardar o que será definido nesta reunião. Chicleteiros, aguardem novas informações!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Hipotireoidismo pode ter consequências graves se não for tratado


A falta de medicação adequada para o problema pode causar o desenvolvimento de doenças cardiovasculares como aterosclerose (entupimento das veias), infarto e insuficiência cardíaca

A falta de tratamento para o hipotireoidismo pode trazer consequências bem mais graves do que a dificuldade de emagrecer e manter o peso, dificuldade que foi citada por Ronaldo, no anúncio de sua aposentaria, e atribuída por ele à doença.

O jogador, como todo o Brasil agora sabe, sofre de hipotireoidismo há quatro anos, e ainda não se tratou. A falta de medicação adequada para o problema pode causar o desenvolvimento de doenças cardiovasculares como aterosclerose (entupimento das veias), infarto e insuficiência cardíaca.

O hipotireoidismo é um distúrbio caracterizado por uma menor atividade da glândula tireoide, que produz hormônios responsáveis por estimular o metabolismo e o trabalho celular. A falta do hormônio faz com que o metabolismo fique mais lento. Os principais sintomas são sonolência, cansaço e perda na capacidade de raciocínio.

Estima-se que 6% da população mundial tenha algum grau do distúrbio, de acordo com o endocrinologista João Roberto Maciel Martins, da Universidade Federal de São Paulo. "É muito mais comum entre mulheres, principalmente após a menopausa. A alteração pode aparecer de uma hora para outra, mas as manifestações são graduais."

A principal causa é uma doença autoimune, chamada de tireoidite de Hashimoto, inflamação que faz a glândula perder progressivamente sua função. "Não se sabe ao certo por que é mais comum em mulheres, mas pode ter uma relação com as variações hormonais. Mulheres também têm mais doenças autoimunes", diz Ricardo Meirelles, presidente da Sbem (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia).

Além da doença autoimune, há outras causas para o hipotireoidismo como inflamações, tratamentos com radioterapia ou a retirada do órgão por cirurgia. Um exame de sangue simples pode detectar o problema. O tratamento é feito com a reposição do hormônio T4 em dosagens calculadas de acordo com o grau da doença e o peso do paciente.

PERDA DE PESO

Ficar sem tratar o hipotireoidismo pode, sim, causar aumento de peso. Mas, diz Martins, a alteração é leve, efeito da retenção de líquidos, e não de maior quantidade de gordura no corpo. "Varia muito de pessoa para pessoa, mas pode-se dizer que o peso aumentaria em média dois ou três quilos."

De acordo com Meirelles, a reposição do hormônio é capaz de reverter os sintomas e impedir o ganho de peso. "O tratamento é muito eficaz, o organismo fica equilibrado. Não tem por que alguém não tratar."

A longo prazo, a falta do hormônio altera as funções cardíacas, reforça o endocrinologista José Augusto Sgarbi, professor da Faculdade de Medicina de Marília e membro da Sbem/ SP. "O hormônio da tireoide é muito importante para o funcionamento do coração. Sua falta altera os batimentos, aumenta os níveis de colesterol e pode também causar insuficiência cardíaca." As informações são da Folha