terça-feira, 17 de maio de 2011

Verdade oculta - O dizimo

Cristãos interrompem passeata gay que acaba em conflito na Austrália

A polícia precisou intervir, mas ninguém foi preso

Um grupo de homossexuais saíram nas ruas da cidade de Adelaide, Austrália, em uma passeata contra a homofobia em comemoração ao Dia Internacional contra a Homofobia, 17 de maio, mas foram surpreendidos com um grupo de evangélicos da igreja Adelaide Street que levaram cartazes com mensagens bíblicas que condenam o homossexualismo.

Cerca de 100 casais homossexuais tentavam encenar um casamento gay em público quando o grupo de cristãos chegou. Em meio à confusão, denúncias de agressão de ambos os lados e a polícia precisou ser acionada.

Uma cadeirante gay acusa um dos cristãos de tê-la derrubado da cadeira.Já os membros da igreja afirmam que tiveram suas faixas rasgadas.

Representando a organização gay, Jason Virgo afirmou: “Um pequeno grupo de cristãos radicais veio com cartazes dizendo que Deus nos odeia. Não deveriam existir cartazes juntando ‘Deus’ e ‘ódio’… Hoje é o Dia internacional contra a homofobia e eles vieram até nós dizendo coisas homofóbicas. É uma falta de respeito… Nunca iríamos até a igreja deles atrapalhar o que eles fazem por lá”.

A versão da igreja foi apresentada por Damien Gloury: “Fomos atacados e apanhamos porque proclamamos a mensagem cristã. Estamos apenas citando a Bíblia e ela diz que homossexualidade é pecado… Amamos as pessoas, pode parecer que as estamos condenando, mas não, estamos apenas pregando a Bíblia”.

Um representante da polícia local tirou alguns cristãos da rua para garantir a segurança deles. Ninguém foi preso.

Fonte: Gospel Prime

Com informações Pavablog

Físico afirma que a ciência é Deus e que o céu é um conto de fadas

Há 49 anos ele convive com uma enfermidade incurável 


Stephen Hawking
  Stephen Hawking é um físico muito importante, autor do best-seller Uma Breve História do Tempo que declarou recentemente em entrevista a jornais ingleses que não tem medo da morte.

O cientista tem 69 anos e desde os 21 foi diagnosticado com uma enfermidade incurável que poderia matá-lo ainda na juventude, o que não aconteceu.

Durante a entrevista que falava sobre o seu mais novo livro, The Grand Design, o professor Hawking, que é ateu, explicou o que pensa sobre a morte. Ele rejeitou a ideia de uma vida após a morte e salientou que acredita na necessidade de viver todo nosso potencial aqui na Terra. Para ele, precisamos fazer bom uso de nossa vida agora, pois não há nada depois.

Ao jornal The Guardian ele diz que não há razão para invocar um Deus para iluminar o universo. “A ciência prevê que muitos tipos diferentes do universo são espontaneamente criados a partir do nada. É uma pura questão do acaso que estamos aqui”.

Quando questionado se ele tem medo da morte o autor diz: “Tenho vivido com a perspectiva de uma morte prematura ao longo dos últimos 49 anos. Não tenho medo da morte, mas também não tenho pressa de morrer. Há muitas coisas que quero fazer antes. Considero o cérebro como um computador que vai parar de trabalhar quando seus componentes falham. Não há um céu nem vida após a morte para computadores quebrados. É só um conto de fadas para as pessoas com medo do escuro”.

Na segunda-feira, 16, essas declarações sobre Deus foi um dos assuntos mais comentados do Twitter.

Fonte: Gospel Prime

Com informações Pavablog

Arnold Schwarzenegger reconhece filho com empregada

Paternidade teria feito ex-mulher deixar o lar antes de separação.
Informações foram publicadas pelo Los Angeles Times nesta terça (17).


Arnold Schwarzenegger e sua ex-mulher, Maria
 O ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger reconheceu que teve um filho com uma empregada de sua casa durante o casamento com Maria Shriver, sua ex-mulher. A revelação teria feito Maria deixar a casa em que os dois moravam juntos antes do anúncio da separação.

Schwarzenegger e Shriver revelaram no último dia 9 que estavam se separando depois de 25 anos de casamento. Ela saiu de casa no começo do ano depois que o marido reconheceu a paternidade da criança. As informações foram publicadas pelo “Los Angeles Times” nesta terça (17).

“Depois de deixar o gabinete de governador, eu contei à minha esposa sobre esse evento, que ocorreu há uma década”, disse Schwarzenegger ao jornal. “Eu compreendo e mereço os sentimentos de raiva e desapontamento entre meus amigos e família. Não há desculpas e eu assumo total responsabilidade pelos danos que causei. Me desculpei a Maria, meus filhos e minha família. Sinto muito.”

O jornal não publicou o nome da mãe da criança, mas afirmou que a mulher trabalhou com a família por 20 anos e se aposentou em janeiro. Em entrevista na segunda (16), ela havia dito que outro homem era o pai da criança. Depois do anúncio, porém, ela se negou a comentar o assunto.

A criança nasceu antes de Schwarzenegger começar seu mandato como governador.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

“Nova classe média evangélica se aproxima da Igreja Católica” afirma líder da CNBB


Segundo bispos ouvidos pela reportagem, a escolha de d. Raymundo Dasmasceno como presidente da CNBB se deu principalmente por seu perfil conciliador.
 O novo presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), d. Raymundo Damasceno Assis, disse ontem que a ascensão social de quase 30 milhões de pessoas nos últimos anos as tornou mais “críticas”.

Por conta disso, disse, a presença evangélica na população do país teria caído.

“Elas começam a ler mais, a estudar mais, e por isso são mais críticas em relação a muitas posturas hoje na sociedade”, afirmou, após o encerramento da 49ª Assembleia Geral da CNBB, em Aparecida (SP).

D. Raymundo Damasceno Assis não soube precisar a fonte das informações, mas afirmou que a nova classe média, ao mesmo tempo em que se afastou das igrejas evangélicas, se aproximou da Igreja Católica.

Segundo o Datafolha, a população católica perdeu fieis na última década, enquanto a população evangélica cresceu.

Ontem, ao tomar posse como presidente da CNBB pelos próximos quatro anos, ele assumiu como principal desafio fortalecer o papel missionário da Igreja Católica no país.

D. Raymundo Damasceno Assis disse que as paróquias precisam sair do “comodismo” e buscar fieis.

Atualmente, o principal alvo da Igreja Católica são os jovens. Uma das estratégias para conquistá-los é o uso da internet e das redes sociais, como defendeu o cardeal d. Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo, em entrevista durante a assembleia.

Já d. Raymundo Damasceno aposta fichas também na escolha do Brasil para sediar a jornada mundial da juventude em 2013, que terá a presença do Papa Bento 16.

CONCILIADOR

Segundo bispos ouvidos pela reportagem, a escolha de d. Raymundo Dasmasceno como presidente da CNBB se deu principalmente por seu perfil conciliador.

Questionado pela Folha sobre o governo Dilma Rousseff, ele afirmou que avalia positivamente a gestão dela e a caracterizou como uma pessoa “discreta”, que só aparece “nos momentos mais importantes”.

“São personalidades diferentes”, disse, ao ser questionado se a afirmação era uma crítica ao ex-presidente Lula.

O presidente da CNBB não quis comentar a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que equiparou a união civil homoafetiva à heterossexual, na semana passada.

D. Raymundo Damasceno Assis afirmou que sua opinião era a mesma que a explicitada pela CNBB em nota. A entidade disse que o Supremo ultrapassou “os limites de sua competência” e que a decisão cabia ao Congresso.

Fonte: Folha

domingo, 15 de maio de 2011

Oxi, uma droga ainda pior

O oxi – uma pedra tóxica feita com cal, gasolina e pasta de cocaína – se espalha pelo país e assusta as autoridades mais que o crack


LONGE DEMAIS
Pedro, de 27 anos, numa clínica para dependentes em São Paulo. Usuário de crack, ao provar oxi sentiu que sua vida estava em risco

Pedro tinha 8 anos quando começou a fumar maconha. Aos 14, experimentou cocaína. Com 19, foi apresentado ao crack. “Eu fumava cinco pedras e bebia até 12 copos de pinga.” Em janeiro deste ano, seu fornecedor de drogas, em Brasília, passou a oferecer pedras diferentes, com cheiro de querosene e consistência mais mole. Pedro estranhou. “Dizia a ele que a pedra estava batizada, que não era boa. O cara me dizia que era o que tinha e ainda me daria umas (pedras) a mais.” Não demorou para Pedro notar a diferença no efeito. A nova pedra era mais viciante. Para não sofrer com crises de abstinência, dobrou o consumo para até dez pedras por dia. Descobriu então que, em vez de crack, estava fumando uma droga chamada oxi. “Quando soube, vi que estava botando um veneno ainda maior no meu corpo. Fiquei com medo de morrer.” Aos 27 anos, depois de quase duas décadas de dependência química, Pedro sentiu que tinha ido longe demais. Internou-se numa clínica.

A história de Pedro (nome fictício) ilustra o terror provocado pelo oxi, droga que está se espalhando rapidamente pelo Brasil. O oxi está sendo tratado pelos médicos como algo mais letal que o crack, considerado até agora a mais devastadora das drogas. Mas é consumido por pessoas que não sabem disso, porque é vendido em bocas de fumo como se fosse crack. “O oxi invadiu os postos de venda tradicionais. Isso preocupa”, diz o delegado Reinaldo Correa, titular da Divisão de Prevenção e Educação do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), da Polícia Civil de São Paulo.

A primeira apreensão confirmada do oxi em São Paulo ocorreu quase por acaso. Em março, a polícia apreendeu 60 quilos de algo que foi classificado como crack. O equívoco foi corrigido quando esse carregamento foi usado numa demonstração para novos policiais. “Queimamos algumas pedras e, pelos resíduos, concluímos que era oxi”, afirma Correa. Quase diariamente, a polícia de algum Estado do Brasil anuncia ter apreendido a droga pela primeira vez (leia o mapa abaixo) . Em alguns casos, como em Minas Gerais, Bahia, Paraná e Rio Grande do Sul, as primeiras apreensões foram feitas na semana passada. Não é que o oxi surgiu em tantos lugares em tão pouco tempo. Ele já havia se espalhado sem ser notado.

Como o crack, o oxi é vendido em pedras que, quando queimadas, liberam uma fumaça. Inalada, em poucos segundos vai para o cérebro, provocando euforia e bem-estar. “Visualmente, são quase idênticas”, diz Correa. A diferenciação pode ser feita pela fumaça, que no caso do crack é mais branca, ou pelos resíduos: o crack deixa cinzas, enquanto o oxi libera uma substância oleosa. Por causa da dificuldade em distinguir uma droga da outra, é impossível ter exata noção da penetração do oxi entre os usuários. “Sabemos apenas que ele está aqui há algum tempo”, afirma Correa.

Recente nos Estados mais ao sul do país, o oxi é velho conhecido dos viciados da Região Norte. Acredita-se que a droga entrou no Brasil ainda na década de 1980, a partir de Brasileia e Epitaciolândia, cidades do Acre que fazem fronteira com a Bolívia. O consumo da substância foi registrado por pesquisadores em 2003, quando Álvaro Mendes, vice-presidente da Associação Brasileira de Redução de Danos (Aborda), pesquisava o uso de merla, outro derivado da cocaína, entre os acrianos. “No primeiro momento, o oxi era usado pelas classes sociais mais baixas e por místicos que iam ao Acre atrás da ayahuasca (chá alucinógeno usado em cerimônias do Santo Daime)”, diz Mendes. A droga chegou à capital, Rio Branco, de onde se espalhou para outros Estados da região. “Hoje, é consumida em todas as classes sociais”, diz Mendes.


A dentista Sandra Crivello se lembra de quando viu o primeiro caso de dependência por oxi em São Paulo. Foi no fim do ano passado, quando recebeu uma ligação de uma Organização Não Governamental (ONG) que faz atendimento a jovens viciados em drogas. Queriam que ela atendesse um rapaz com problemas na boca. Encontrou o paciente na porta da ONG. A imagem do rapaz chocou Sandra, que há mais de 20 anos atende meninos de rua viciados. Loiro, pele branca e aparentando 20 anos, chocava pela magreza e pelo cheiro quase insuportável de vômito e fezes. “Ele estava em condição de torpor, parecia viver em outro mundo.”

– Foi você que veio me ver? Olha, está doendo muito – disse o rapaz, chorando, antes de puxar os lábios com força exagerada. Sandra não se esquece do que viu. “Tinha até osso necrosado.” Perguntou ao rapaz:

– O que você usou? Não vem me dizer que é crack que eu sei que não é.

– Eu bebi.

– Bebida não é. O que você usou?

– Foi oxi.

Sandra, que já tinha ouvido falar do oxi, diz que respirou fundo. “Agora que essa porcaria chegou aqui, não falta mais nada. Só pedi que Deus nos ajudasse.” Como Sandra, vários profissionais que têm contato com o mundo das drogas temem que o oxi tome o lugar do crack. Motivos não faltam, da facilidade de fabricação ao preço baixo. O crack é feito com pasta-base de cocaína, misturada com bicarbonato de sódio e um solvente, que pode ser éter ou amoníaco. É difícil obter grandes quantidades dessas substâncias, porque a venda é controlada pela Polícia Federal. Já o oxi é feito com pasta-base de coca misturada a cal virgem e a gasolina ou a querosene. “O refinamento do crack demanda uma cozinha e um processo laboratorial mais complexo”, diz Ronaldo Laranjeira, coordenador do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Para fabricar o oxi, basta misturar a pasta-base com um derivado de petróleo em qualquer panela. Pode ser feito no fundo de um quintal.” O resultado é que os traficantes podem cobrar preço menor. Se uma pedra de crack custa ao viciado entre R$ 7 e R$ 10 na “cracolândia”, região central de São Paulo onde usuários e traficantes circulam livremente dia e noite, a pedra de oxi sai por cerca de R$ 2. Esse valor torna a droga acessível a um público muito maior. “Dependentes buscam o que é mais barato”, diz Luiz Alberto Chaves de Oliveira, chefe da Coordenadoria de Atenção às Drogas da Prefeitura de São Paulo. Também procuram o que tem efeito mais forte e mais rápido. O oxi, ao que parece, atende a essas necessidades. E tem tanto ou mais poder de viciar que o crack. “O oxi parece gerar ainda mais dependência. É potencialmente mais forte que o crack, que já é muito destrutivo”, diz Cláudio Alexandre, psicólogo do Grupo Viva, que atende dependentes de drogas.

O agente penitenciário André (nome fictício), de 34 anos, morador de Rio Branco, no Acre, conhece bem os efeitos do oxi. “Quem usa chama de veneno”, diz. Como todo veneno, é traiçoeiro. André descreve o gosto da fumaça como algo “gostoso”. “Pega mais, dá uma viagem.” Não demora e surgem os efeitos adversos – dor de cabeça, vômitos e diarreias. E paranoia. André diz que ouvia vozes. “Era o demônio falando no meu ouvido.” Os efeitos também são físicos. “Via muitos usuários sujos de vômito e diarreia.” Mesmo assim, André não conseguia abandonar o uso. Vendeu o que tinha para comprar pedras. “Pedia aos boqueiros (quem trabalha nas bocas de fumo) que passassem na minha casa e pegassem tudo.” Geladeira, fogão, DVD, um a um, todos os móveis e eletrodomésticos foram trocados por pedras brancas. “Só não troquei a vida”, diz André, que está internado numa clínica ligada a uma ONG em Rio Branco. Ele afirma que só buscou tratamento porque, desempregado, não tinha mais dinheiro para abastecer o vício.

Na última semana, as polícias de quatro Estados anunciaram as primeiras apreensões de oxi
Paulina Duarte, da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), diz que o governo federal está avaliando o impacto do oxi. Junto com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Senad está finalizando uma pesquisa sobre o uso de derivados de cocaína no país. O estudo incompleto sugere que, pela facilidade com que é produzido, o oxi pode subverter a lógica usual do tráfico. “Não há um fornecedor fixo que distribui um só produto”, diz Paulina. “A droga é produzida em casa, de forma primitiva e artesanal.” Uma nova organização do tráfico poderia exigir uma mudança na forma de repressão policial. “Para combater o oxi, não temos de caçar apenas grandes traficantes”, afirma Paulina. “Precisaremos de uma polícia ativa, que atue diretamente nos pontos urbanos.”

Também é preciso que o serviço de saúde tenha exata noção das substâncias que compõem o oxi, a fim de entender seus efeitos e propor tratamento adequado. Por enquanto, faltam estudos laboratoriais que atestem a composição da substância. Na década de 1980, a Alemanha queria montar uma política para diminuir as mortes provocadas por overdose de heroína. Descobriu-se que o que estava matando era uma versão da droga com aditivos. Somente a partir dessa constatação o serviço de saúde organizou a melhor forma de tratamento. O Brasil suspeita, mas não tem certeza, do que é feito o oxi. Saber é o primeiro passo de uma longa batalha contra a nova droga.


Cassino bilionário é inaugurado em Macau, na China

Cassino faz parte do complexo com três hotéis e piscina de onda artificial.
Há 450 mesas de jogo e 1.500 máquinas de caça-níquel.

Vista aérea do Galaxy Macau (Foto: AP)

O Galaxy Macau, um resort e cassino bilionário, foi inaugurado neste domingo (15) em Macau, na China, com 450 mesas de jogo e 1.500 máquinas de caça-níquel. O empreendimento empresa Galaxy Entertainment Group custou quase 2 bilhões de dólares e pretende atrair uma maior variedade de visitantes do que outros do mesmo ramo no país.


Máquinas de caça-níquel do Galaxy Macau
(Foto: AP)

No complexo, há três hotéis, incluindo um da cadeia de Cingapura Banyan Tree e outra cadeia Okura, no Japão, com 2.200 quartos.

Uma das maiores atrações do resort é uma piscina de ondas artificiais de 4 mil metros quadrados, que gera ondas de até 1,5 metro de altura em uma praia artificial criada com 350 toneladas de areia branca.

Há ainda jardins tropicais e japoneses, um pavilhão japonês, um bar especializado em uísque escocês, 50 restaurantes, um clube privado e uma rua de compras. Até o fim deste ano será inaugurado um cinema para filmes em três dimensões.

Casso conta com 450 mesas de jogo (Foto: AP)

Visitantes ficaram impressionados com o luxo do cassino (Foto: AP)

Bahia de Feira vence o Vitória e é o campeão do Baianão 2011

Feira de Santana faz a festa. Tremendão é o campeão do Campeonato Baiano. O Vitória era apático diante do avanço do Bahia de Feira.


O Bahia de Feira conquistou o inédito título de campeão baiano ao derrotar o Vitória por 2 a 1, na segunda partida da final do campeonato disputada na tarde deste domingo, 15, em pleno Barradão, em Salvador.

Geovanni abriu o placar para o Vitória aos 14 minutos do primeiro tempo. Allyson empatou para Bahia de Feira já nos acréscimos do primeiro tempo. João Neto, aos 21 minutos da etapa final, marcou o gol que deu o primeiro título baiano para a equipe de Feira de Santana.

Diferente do Vitória, o Tremendão começou o Baiano deste ano com o pé direito. Foi campeão do Torneio Início e fez ótima campanha na primeira fase. Ele dominou os 90 minutos de jogo neste domingo. Venceu seis jogos, empatou cinco e perdeu só um. Foi o único que ficou invicto até o oitavo jogo. Nas quartas de final, das seis partidas, o Bahia de Feira venceu quatro e perdeu duas. Em todo o campeonato, foram apenas três derrotas, seis empates e 12 triunfos, incluindo a grande final, na qual conquistou o título.

É preciso destacar um nome: o do técnico Arnaldo Lira. De 2009, quando subiu para a elite do Campeonato Baiano, até a taça, o Bahia de Feira conseguiu chegar às semifinais já em 2010 e superou o feito este ano. Para realizar a bela campanha, foi fundamental a permanência de Lira, desde o início desse projeto à frente do time. Se o técnico já costumava gritar durante as partidas, ganhou um belo motivo para ficar sem voz.

O jogo

O primeiro grande lance da partida foi aos 8 minutos. Em saída rapida, o lateral Leo saiu driblando e tocou avançado para Nikão. Após tirar o zagueiro da jogada, ele chutou cruzado. Apesar da bola não ter levado perigo, a jogada animou a torcida presente no Barradão.

Apesar da vangagem de jogar em casa e do empate - que ainda assim lhe garantiria o título - o Vitória não conseguia dominar a partida e deixava espaço para o Bahia de Feira criar boas jogadas. O Leão começou a utilizar o rápido contra-ataque para tentar abrir o placar.

A marcação de uma falta que parou um desses contra-ataques do time rubro-negro deu início ao lance do primeiro gol da partida. Aos 15 minutos, Geovanni cobrou falta e colocou dentro da rede. O goleiro Jair ficou paralisado. Para quem já tinha a vantagem do empate, abrir o placar deu ao Leão uma tranquilidade fundamental em dia de decisão.

Mas apesar do gol, o Vitória tinha dificuldades para criar. A falta de jogo do rubro-negro abriu espaço para que o Bahia de Feira se soltasse mais no jogo.

Frente a frente com Jair, aos 43 minutos, Elkeson arrancou com a bola pela lateral esquerda após o escorregão do jogador do Bahia de Feira, mas chutou muito mal. Dois minutos depois, o Bahia de Feira deu o troco e chegou ao empate. Após uma falha na bola aérea em cobrança de escanteio, Allyson sobe mais que a zaga e manda pra rede. O empate seguido de um erro de ataque deixou a torcida rubro-negra com raiva. Os jogadores foram para o vestiário sob vaias.

Apesar de ter cedido o empate no último minuto do 1º tempo, o Vitória parecia ter levado a sério a bronca recebida no intervalo. No início do 2º tempo, só deu ataque rubro-negro. Nikão e Elkeson coordenavam os ataques. Mas depois dos cinco minutos iniciais o time rubro-negro voltou a virar espectador do Bahia de Feira, como no 1º tempo. A torcida não perdoou. Nikão foi substituido aos 14 minutos e deixou o campo vaiado.

O jogo seguia como uma espécie de replay do primeiro turno. Até que aos 21 minutos, o Bahia de Feira virou o placar. João Neto sozinho pela esquerda, avançou na área e chutou forte pra rede. Viáfara ainda tocou na bola, mas não conseguiu impedir o empate. O Vitória teve uma chance do empate um minuto depois, mas não aproveitou a boa chance.

O Vitória era apático diante do avanço do Bahia de Feira. O 2º tempo ainda teve uma jogada perigosa na área do Bahia de Feira. Em cruzamento na área, Rildo lança para Neto Baiano que é empurrado na área. O juiz chega a marcar o pênalti, mas, alertado pelo assistente do impedimento do jogador rubro-negro, cancelou a penalidade.

O escanteio para o Vitória aos 41 minutos foi a imagem do desespero rubro-negro. Todo o time na área para uma jogada completamente desarmada pela zaga do Bahia de Feira. Esse definitivamente não é o ano do Leão. As informações são do Correio e do A Tarde.

sábado, 14 de maio de 2011

Relatório Missionário do mês de Abril 2011

Relatório do mês de Abril 2011

Queridos irmãos
A paz do Senhor
Louvamos a Deus pela vida de todos vocês que com tanto amor tem nos apoiado em oração e financeiramente.
A Bíblia diz que devemos rogar ao senhor da seara para que ele mande ceifeiros para sua seara.
Estamos orando a Deus para que não pare de nos enviar ceifeiros.
Como resposta a essa oração, Deus usou a igreja Assembléia de Deus na cidade de Catanduva que acaba de enviar uma família para nos ajudar aqui em Moçambique e no próximo ano em Zimbábue.







Ex-craque Muller mora de favor na casa de um amigo

Apesar do passado cheio de glórias no futebol, o jogador vive hoje um drama


E aí, você se lembra do craque Muller? Bicampeão Mundial, campeão da Libertadores, do Brasileirão e até da Copa do Mundo de 1994 com a seleção brasileira.

Que currículo, hein? Mas saiba que, com todo esse passado, hoje ele não tem um presente assim tão repleto de glória e luxo.

Muller vive o drama de morar de favor na casa de um ex-colega de clube, Pavão. No andar de cima, ele tenta fazer um "puxadinho".

O jogador conta que ganhou dinheiro durante a carreira, mas que hoje não está em boa situação.

Veja como anda a vida de Muller agora, após a fama como jogador.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Pregador é preso na Inglaterra por dizer que homossexualismo é pecado

Britânico Dale McAlpine foi detido na rua por policial que ouviu declarações anti-gay


O jornal britânico The Daily Telegraph noticiou que um pastor foi preso depois de ter dito durante sermão na rua que homossexualismo é um pecado.

Dale McAlpine foi acusado de causar “alarme, intimidação e angústia” depois que um policial comunitário ouviu o pastor batista mencionar vários “pecados” citados na Bíblia, como blasfêmia, embriaguez e relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo.

O pastor de 42 anos prega nas ruas de Wokington, na região de Cumbria, no noroeste da Inglaterra há anos, e disse que não mencionou homossexualismo quando fazia o sermão do alto de uma pequena escada, mas admitiu ter dito a uma pessoa que passava que acreditava que a prática era contrária aos ensinamentos de Deus.

O policial Sam Adams identificou-se ao jornal Daily Mail como um agente de ligação entre a polícia e a comunidade gay e transexual e avisou o pregador, que distribuía folhetos e conversava com as pessoas nas ruas, que ele estava violando a lei. Mas ele continuou pregando e foi levado para a prisão, onde permaneceu por sete horas.

Para um outro jornal britânico o pastor disse que o incidente foi “humilhante”.”Eu me sinto profundamente chocado e humilhado por ter sido preso em minha própria cidade e tratado como um criminoso comum na frente de pessoas que eu conheço,” disse ele ao Daily Telegraph.

Semanas atrás um juiz britânico decidiu que não há proteção especial na lei para crenças cristãs durante um julgamento de uma ação movida contra um organização que demitiu um terapeuta de casais por se recusar a atender casais gays alegando que isso seria contra seus princípios cristãos.

Fonte: Gospel Prime

Com informações BBC

União homossexual: “Não houve voz evangélica no Tribunal”, afirma bispo anglicano

Para ele o próximo passo será a criminalização dos heterossexuais que não admitem a normalidade do homossexualismo


Depois da aprovação da legalização da união civil entre gays no Brasil, o Bispo Edward Robinson de Barros Cavalcanti lamentou que “não houve uma voz evangélica no Tribunal,” denunciando ainda que grande parte das Igrejas Evangélicas não se pronuncia sobre o assunto.

Para o bispo da Igreja Anglicana do Cone Sul da América, teólogo reconhecido, a grande parte das Igrejas Evangélicas no Brasil, não se pronunciam, “não só sobre o homossexualismo, mas sobre a sexualidade em geral.”

“A Igreja nem no campo legal, nem no campo teológico e nem no campo pastoral, tem feito algo de muita envergadura,” disse Cavalcanti em uma entrevista ao The Christian Post.

Ele também enfatizou que “uma crescente quantidade de pastores de Igrejas históricas, até conservadoras, de uma geração mais jovem, começam a não mais condenar o homossexualismo, e a ter uma postura relativista.”

“E tão nefasta quanto a intolerância, é a tolerância,” expressou o bispo.

Segundo ele, “A teologia reformada diz que a pecaminosidade é o estado geral da queda, que o Calvin chama de depravação total, todas as áreas foram atingidas, não mais e não menos.”

Cavalcanti revelou que tem sido discriminado por pastores até conservadores, como homofóbico, “porque eu continuo a dizer que o homossexualismo é um dos pecados.”

Ele chamou atenção para o fato de que “no momento a sociedade está promovendo uma agenda homossexual e que a Igreja tem que, por um lado, estar consciente do que está acontecendo, ter uma atitude amorosa pelo coração de Cristo, mas ao mesmo tempo ser firme em afirmar os valores morais da palavra de Deus, e possibilidade de transformação pelo poder do Espírito Santo.”

Em seu artigo recente “Brasil: Justiça Legaliza Imoralidade,” Cavalcanti escreveu com lamentos que “a imoralidade do homossexualismo – nítido desvio de conduta e enfermidade emocional e espiritual (…), recebeu o manto da legalidade, como o objetivo de reforçar a sua legimidade. “A imoralidade foi legalizada. O pecado foi legalizado.” Escreveu o bispo que completou: “O Brasil está de luto.”

Neste artigo ele afirma também que, “O próximo passo será a criminalização dos heterossexuais que não admitem a normalidade do homossexualismo, o atentado à liberdade de expressão e da liberdade de religião, com a PLC 122, ora no Senado da República.”

Para Cavalcanti a mídia já vinha, há muito tempo, “manipulando a opinião pública, em uma autêntica lavagem cerebral, para quebrar as resistências, e ‘reeducar’ a nação.”

Mas ele acredita que os “cidadãos brasileiros de convicções morais baseadas nos valores da fé revelada e nos valores sempre afirmados por nossa pátria continuarão, com convicção e coragem, a expressar a sua mais veemente condenação a esse momento lamentável, que deslustrou a mais alta corte de justiça do País.”

“Ache o aparelho do Estado o que achar, decida o que decidir, nossas Igrejas continuarão a afirmar que Deus criou uma humanidade de machos e fêmeas, que ordenou que o homem se unisse à mulher, e que condena vigorosamente a sodomia.”

Fonte: Gospel Prime

Com informações The Christian Post

“A Igreja está se transformando em um supermercado”, afirma pastor na 38ª Conferência da Sepal

Hernandes D. Lopes durante Congresso critica seminários e teologia

“Há diferença em pregar a palavra e sobre a palavra. O pregador não tem autoridade para criar a palavra. Ela é mensagem de Deus. Precisamos de uma nova reforma, voltar às escrituras.” Estas foram às primeiras palavras do reverendo Hernandes Dias Lopes durante sua palestra sobre Pregação Expositiva no 38ª Conferência da Sepal, em Águas de Lindóia (SP).

Em uma platéia formada por pastores e líderes de todas as regiões do Brasil, o pastor presbiteriano citou que a Pregação Expositiva é a melhor forma para uma Igreja em crise. Segundo este modelo evita dois extemos: Corrige a Numerolatria e Numerofobia. “O pastor prágmatico não pergunte se é certo. Ele pergunta se dá certo. Muda-se a verdade em busca de resultados.”

Para ele a Igreja está se transformando em um supermercado. ”Os bancos determinam o que o púlpito vai pregar. O evangelho não é um produto de marketing. Deus não quer fã, quer discipulos. O papel do pregador não é agradar o auditório. A verdade nem sempre é popular.”

Ele enumerou ainda as vantagens da Pregação Expositiva. “Ela evita quatro perigos:Liberalismo Teológico, Sincretismo Religioso, Ortodoxia morta, Superfialidade“A maioria dos seminários estão recheados de professores com liberalismo teológico. As igrejas históricas se casaram com liberalismo teológico.” Ele encerrou com uma orientação: O sermão precsa criar uma ponte entre Deus e o Povo.Se quiser alimentar sua igreja estude.”

Fonte: CREIO

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Gospel Gay: Grupos usam a internet para discutir temas pró-homossexualismo

Eles criam campanhas e compartilham mensagens e vídeos criados pelos próprios membros do grupo


Muitos blogs e comunidades virtuais formadas por homossexuais cristãos estão usando o cyber espaço para harmonizar o cristianismo com suas práticas sexuais.

Devido aos debates entre pastores como Silas Malafaia e Marcos Feliciano que usam as redes sociais e também a TV para se posicionar contra as decisões sobre a união entre pessoas do mesmo sexo esses grupos de blogueiros conversam sobre esse “preconceito” dos líderes e lançam campanhas com posicionamentos políticos e também compartilham mensagens, trechos de filmes, vídeos e entrevistas compostas pelos membros do grupo.

Um frequentador desses grupos postou um texto falando sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal que aconteceu na última quinta-feira, 5, dando aprovação para que o Brasil passe a realizar a união civil entre homossexuais e também falando da hashtag que surgiu no Twitter com as palavras #todoscrentechora onde muitos internautas ofendiam e debochavam dos evangélicos e de pastores como os já citados que se manifestaram desaprovando a decisão do STF.

O texto é assinado por João Marinho e procura demonstrar os motivos para esse movimento no ciberespaço. Confira o texto retirado do site Gospel Gay:

Recentemente, nos trending topics do Twitter, a palavra-chave #todoscrentechora chegou entre as primeiras. Com certeza, algo a ver com a #uniaohomoafetiva – e foi a deixa para muitos acusarem os gays de preconceito contra evangélicos, ou ainda, de pagarem preconceito com preconceito.

Não digo que eu seja totalmente a favor da #todoscrentechora, pois, sim, conheço evangélicos esclarecidos – minha própria família, por exemplo – que apoiaram a decisão do Supremo. Ricardo Gondim é outro, que veio a público manifestar seu apoio ainda que colocando a cara a tapa frente a seus pares.

No entanto, por outro lado, é possível entender a reação de gays, lésbicas e de héteros que os apoiam. Graças a figuras como Silas Malafaia, Marco Feliciano, Júlio Severo, Rozangela Justino e outros, os homossexuais continuamente aviltados em um sem-número de audiências públicas na Câmara e no Senado, na internet, no rádio, na tevê.

Embora digam “amar o pecador, mas não o pecado”, muito pouco se viu, na realidade, de “amor ao pecador”, pois, em seus pronunciamentos, o pecador amado era o ofendido, sendo relacionado a toda sorte de práticas indesejáveis e até a crimes bárbaros, como a pedofilia. Foi tratado como “risco à família” (como se não tivéssemos família e brotassem da terra) e daí para baixo.

Infelizmente, para quem vê de fora a realidade evangélica (ou mesmo para quem vê de dentro!), vozes similares às de Malafaia & Cia. são mais numerosas e interferem mais no público do que as do ponderado Gondim – e esse eixo do mal evangélico (sim, me aproprio da figura de linguagem de George W. Bush) é seguido por milhares, que reproduzem, sem o mínimo de reflexão, as coisas absurdas que aqueles declaram.

Se há tantos evangélicos – e católicos! – praticantes e esclarecidos assim, é preciso, portanto, haver um movimento de dentro. Um movimento para que assumam a tribuna e diminuam a influência e poder de pessoas como Malafaia. Afinal, respeito é bom e todo mundo gosta: mas se você desrespeita primeiro, querer que o outro respeite você em seguida “não se aplica”, para adotar a expressão utilizada por Ayres Britto em seu voto – e ponhamos na balança.

O que é mais ofensivo? Um “#todoscrentechora” ou ser chamado de pedófilo e igualar as demandas de casais que se uniram pelo afeto há anos e simplesmente queriam REGULARIZAR ISSO, à zoofilia, à necrofilia, ao incesto, à poligamia não-legalizada?

Peço desculpas aos evangélicos esclarecidos pelos LGBTs que tripudiaram com a vitória no STF – mas peço também que eles entendam o porquê disso e que, mais do que ofensa, considerem um chamado para lutar contra a injustiça.

Homossexualismo e cristianismo não combinam. Ou combinam? Paralelo ao debate sobre a provação (ou não) de leis que reconheçam a união civil de casais do mesmo sexo, e da guerra midiática entre militantes pró-gay e líderes religiosos, surge um movimento que afirma encontrar um consenso.

Sim, pois não importa de que religião você seja, se seu Deus apoia ou não a homossexualidade, se você concorda ou não com o ser gay: se duas pessoas adultas e capazes se unem, constroem patrimônio juntas, dividem amor e responsabilidade juntas, deixá-las DESAMPARADAS legalmente é, sob quaisquer perspectivas, injustiça. E até onde sei, é ela também um pecado – e Deus tampouco se compraz de injustos. Amém.

Fonte: Gospel Prime

Com informações Pavablog

Casais homossexuais oficializam união estável em cartórios de Curitiba

STF reconheceu união estável entre pessoas do mesmo sexo.
'Este país tem dificuldades, mas tem justiça', diz presidente da ABGLT.


Casal oficializou união e vai tentar adotar duas
crianças. (Foto: Bibiana Dionísio/ G1 PR)

Toni Reis e David Harrad estabeleceram oficialmente a união homoafetiva na tarde desta segunda-feira (9), no 6º Tabelionato de Curitiba. Eles estão entre os primeiros casais gays a formalizar o relacionamento no Brasil. Do cartório, eles foram para a 2ª Vara da Criança e Juventude da capital protocolar a intenção de adotar duas crianças.

reconheceu na quinta-feira (5) que o relacionamento estável entre pessoas do mesmo sexo constitui entidade familiar.

Desta forma, homossexuais podem ter os mesmos direitos, assegurados por lei, das uniões estáveis entre homem e mulher como divisão da guarda e sustento dos filhos, possibilidade de pensão alimentícia, herança em caso de morte, partilha de bens em caso do fim da união e facilidades para conversão da união estável em casamento.


Casal se conheceu na Inglaterra e está junto há
21 anos (Foto: Bibiana Dionísio/ G1 PR)

A diferença entre a Declaração de Relação Homoafetiva - que já estava sendo adotada por diversos casais no país - e a União Homoafetiva é que com a determinação do STF adquirem-se direitos. “É questão de formalidade”, acrescentou o tabelião.

Toni Reis, que é presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABLGT), afirmou que procurou outros cartórios, mas as unidades se recusaram. “Infelizmente entramos em contato com vários cartórios que colocaram empecilhos”, disse Reis.

Na avaliação de Elton Jorge Taga, tabelião substituto que realizou o processo para oficializar a união entre Reis e Harrad, este reconhecimento era um anseio da sociedade.

“Nós ganhamos e ninguém perdeu”, disse Toni Reis, que também agradeceu o STF e disse que se sente mais curitibano, mais paranaense e mais brasileiro. “Esse país pode ter dificuldades, mas tem justiça”, acrescentou.


Daina Bruneto e Léo Ribas estão juntas há cinco
anos (Foto: Bibiana Dionísio/ G1 PR)

Também nesta segunda-feira, a professora Daiana Bruneto e a corretora de seguros Leo Ribas oficializaram a união de cinco anos. Sem este direito, disse a professora, a cidadania não é completa. “É como se não fôssemos humanos.”

Daiana e Léo aderiram à declaração compartilhada do Imposto de Renda. Na ocasião, elas contaram ao G1 que a medida administrativa da Receita Federal era importante porque, segundo elas, é essencial ter a opção.

Léo Ribas disse que, apesar de elas terem feito a declaração da união em cartório, a decisão do STF é importante para os homossexuais porque os afirma enquanto sujeitos.

Goiás
Em Goiânia, outro casal realizou o desejo de oficializar a relação. O jornalista Leo Mendes e o estudante Odílio Torres assinaram uma escritura pública atestando a união estável, nesta segunda-feira, no cartório do centro de Goiânia. O documento é o primeiro registro de união civil de Goiás entre pessoas do mesmo sexo depois que o STF reconheceu a união entre homossexuais como entidade familiar.

Na prática, o casal, que vivia junto havia um ano, passa a ter direito como incluir o companheiro num plano de saúde ou direito a continuar morando no lar em caso de morte do companheiro. Mas, para Leo e Odílio uma frustração: Um não pôde usar o sobrenome do outro, como acontece no casamento civil entre homem e mulher. Para isso o casal tem que requerer na Justiça.

Leo Mendes e Odílio Torres assinaram escritura pública atestando união estável, em Goiânia (Foto: Diomício Gomes/ O Popular/AE)


* Com informações da TV Anhanguera