Em seu conceito de céu ele ganharia duas asas e uma harpa
Durante uma entrevista para o programa Fantástico da Rede Globo, o cantor Zeca Pagodinho, 52, participou do quadro “O que vi da vida” e falou sobre sua carreira, sucesso e também sobre religião. O sambista disse que foi criado dentro de um terreiro de macumba e que prefere ir para o inferno do que para o céu.
“Eu não queria acreditar na morte, esse é que é o grande problema. Mas eu acho que Deus é bom. Porque me tirar de um mundão desse, tão bom, né? Com cerveja gelada, mulheres bonitas para lá e para cá. Eu como casado, fico só olhando [risos]… Mas, me tirar daqui pra me levar pra onde? Pra mim ficar no céu com duas asinhas e uma harpinha na mão, não fica bem em mim, cara. Nesse caso, eu prefiro até descer. Também não acredito que o inferno seja tão ruim assim, não. O inferninho é legal. O inferninho… é um foguinho, tal, o problema lá é o calor.”
O cantor também disse que quando a pessoa melhor sua condição financeira, sua religião muda. “Quando você tem mais poder de grana, poder, a religião fica um pouco de lado. Quanto mais rico, mais descrente. Me desculpem, mas eu vejo deste lado.”
Mas apesar desses conceitos ele diz que a religião dá “uma direção boa”. “Se eu estivesse morando em Xerém, meus filhos certamente estariam indo na igreja ou no centro, no culto. Porque tem que ter uma religião, tem que ter uma fé, tem que ter uma direção boa, uma coisa que te diga uma coisa boa. Porque tu passa a creditar que… a vida não é só isso que tu vê, né?”
Confira a entrevista:
Fonte: Gospel Prime
Com informações Globo
sábado, 13 de agosto de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Leia a íntegra do diálogo entre Colbert e Frederico articulando liberação de emenda
Gravação da PF mostra conversa entre Colbert Martins e Frederico Silva Costa, ambos presos, para segurar recursos de deputado envolvido em escândalo dos Transportes
Uma gravação telefônica feita pela Polícia Federal no dia 22 de julho deste ano mostra que a cúpula do Ministério do Turismo articulou para segurar por alguns dias a liberação de uma emenda parlamentar do deputado Marcelo Castro (PMDB-PI) com o objetivo de protegê-lo já que seu nome havia aparecido no noticiário do escândalo de corrupção nos Transportes.
A conversa telefônica, obtida pelo Estado, foi entre o secretário Nacional de Políticas de Desenvolvimento para o Turismo, Colbert Martins, e o secretário-executivo do ministério, Frederico Silva Costa, ambos presos desde terça-feira sob a acusação de envolvimento no esquema de corrupção na pasta.
No diálogo, gravado com autorização da Justiça, Colbert diz a Frederico que vai negociar com o ministro do Turismo, Pedro Novais, a hora certa de "soltar" o dinheiro da emenda de Marcelo Castro. "Não, manda pagar, quem fiscaliza isso na ponta é a Caixa", orienta Frederico. "É não, eu sei, eu tô lhe falando isso porque como tá, daqui a pouco a gente dá uma liberação em cima de uma denúncia daquelas... você não vê problemas não, né?", responde Colbert.
Eles acertam de assinar a liberação da emenda, mas pagá-la dias depois a tempo de "esfriar" o envolvimento de Marcelo Castro no noticiário de favorecimento no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) no Piauí.
Leia abaixo a conversa na íntegra:
FREDERICO: Oi, Colbert!
COLBERT: Oi, Fred, desculpe ter interrompido você agora, fui chamado para falar aqui,
FREDERICO: Não, eu vi a reportagem ontem, você tá falando daquela do Marcelo Carvalho?
COLBERT: Isso, isso, Marcelo Castro.
FREDERICO: Mas é o Marcelo Castro deputado federal?
COLBERT: É sim. Tem uma determinação de pagamento lá, uma ordem de serviço, que eu quero segurar um pouco para combinar com você e com o Ministro, tá na hora de soltar aquilo ou deixa para segunda-feira?
FREDERICO: Mas como assim, ordem de serviço dele?
COLBERT: Não, pagamento dele, emenda dele.
FREDERICO: Ah, emenda dele?
COLBERT: Emenda dele.
FREDERICO: Não, manda pagar, quem fiscaliza isso na ponta é a Caixa.
COLBERT: É não, eu sei, eu tô lhe falando isso porque como tá, daqui a pouco a gente dá uma liberação em cima de uma denúncia daquelas... você não vê problemas não, né?
FREDERICO: Não, eu não vejo problema nenhum de fazer isso. Agora vou falar para você, você conhece ele melhor que eu...
COLBERT: Conheço, conheço muito, conheço muito, [inaudível] o envolvimento que colocaram. O que eu somente tive cuidado, se for o caso, de fazer segunda-feira sem nenhuma dificuldade maior, tirar do foco hoje, porque sai um negócio desse tipo, dá uma impressão de que saiu em cima, sem nada, enfim.FREDERICO: Não, só faz um negócio, só combina com ele, dá uma ligada pra ele, ele é teu amigo, pô.
COLBERT: É, vou avisar ele.
FREDERICO: Fala assim: você se incomoda se for terça ou quarta-feira da semana que vem.
COLBERT: É, vou falar pra ele que tá pronto pra sair, agora eu acho que a prudência manda que você esfrie o assunto, né? Eu libero
FREDERICO: Claro, claro.
COLBERT: Só não libera, porque não tem diferença, eu vou assinar, eu já mandei assinar e mandei sair, somente que eu acho que o dia de empenhar não é bom hoje não, dava um tempinho, passava um pouco e resolvia isso com mais tranquilidade.
FREDERICO: O dia você tá falando o dia do pagamento, né?
COLBERT: É o pagamento, o pagamento [inaudível] tudo.
FREDERICO: Só combina com ele, eu acho que você falando com ele, explicando, eu acho que não tem nenhum problema não.
COLBERT: Ok, ok.
FREDERICO: Não custa nada, demonstra um carinho de sua parte.
COLBERT: É, não , vou seguir essa orientação ai. Tá legal.
FREDERICO: Tá bom?
COLBERT: Tá bom, brigado.
FREDERICO: Ok, um abraço pra você, tchau, tchau.
Uma gravação telefônica feita pela Polícia Federal no dia 22 de julho deste ano mostra que a cúpula do Ministério do Turismo articulou para segurar por alguns dias a liberação de uma emenda parlamentar do deputado Marcelo Castro (PMDB-PI) com o objetivo de protegê-lo já que seu nome havia aparecido no noticiário do escândalo de corrupção nos Transportes.
A conversa telefônica, obtida pelo Estado, foi entre o secretário Nacional de Políticas de Desenvolvimento para o Turismo, Colbert Martins, e o secretário-executivo do ministério, Frederico Silva Costa, ambos presos desde terça-feira sob a acusação de envolvimento no esquema de corrupção na pasta.
No diálogo, gravado com autorização da Justiça, Colbert diz a Frederico que vai negociar com o ministro do Turismo, Pedro Novais, a hora certa de "soltar" o dinheiro da emenda de Marcelo Castro. "Não, manda pagar, quem fiscaliza isso na ponta é a Caixa", orienta Frederico. "É não, eu sei, eu tô lhe falando isso porque como tá, daqui a pouco a gente dá uma liberação em cima de uma denúncia daquelas... você não vê problemas não, né?", responde Colbert.
Eles acertam de assinar a liberação da emenda, mas pagá-la dias depois a tempo de "esfriar" o envolvimento de Marcelo Castro no noticiário de favorecimento no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) no Piauí.
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| Foto: Foto: Reprodução Colbert Martins e Frederico Costa |
FREDERICO: Oi, Colbert!
COLBERT: Oi, Fred, desculpe ter interrompido você agora, fui chamado para falar aqui,
FREDERICO: Não, eu vi a reportagem ontem, você tá falando daquela do Marcelo Carvalho?
COLBERT: Isso, isso, Marcelo Castro.
FREDERICO: Mas é o Marcelo Castro deputado federal?
COLBERT: É sim. Tem uma determinação de pagamento lá, uma ordem de serviço, que eu quero segurar um pouco para combinar com você e com o Ministro, tá na hora de soltar aquilo ou deixa para segunda-feira?
FREDERICO: Mas como assim, ordem de serviço dele?
COLBERT: Não, pagamento dele, emenda dele.
FREDERICO: Ah, emenda dele?
COLBERT: Emenda dele.
FREDERICO: Não, manda pagar, quem fiscaliza isso na ponta é a Caixa.
COLBERT: É não, eu sei, eu tô lhe falando isso porque como tá, daqui a pouco a gente dá uma liberação em cima de uma denúncia daquelas... você não vê problemas não, né?
FREDERICO: Não, eu não vejo problema nenhum de fazer isso. Agora vou falar para você, você conhece ele melhor que eu...
COLBERT: Conheço, conheço muito, conheço muito, [inaudível] o envolvimento que colocaram. O que eu somente tive cuidado, se for o caso, de fazer segunda-feira sem nenhuma dificuldade maior, tirar do foco hoje, porque sai um negócio desse tipo, dá uma impressão de que saiu em cima, sem nada, enfim.FREDERICO: Não, só faz um negócio, só combina com ele, dá uma ligada pra ele, ele é teu amigo, pô.
COLBERT: É, vou avisar ele.
FREDERICO: Fala assim: você se incomoda se for terça ou quarta-feira da semana que vem.
COLBERT: É, vou falar pra ele que tá pronto pra sair, agora eu acho que a prudência manda que você esfrie o assunto, né? Eu libero
FREDERICO: Claro, claro.
COLBERT: Só não libera, porque não tem diferença, eu vou assinar, eu já mandei assinar e mandei sair, somente que eu acho que o dia de empenhar não é bom hoje não, dava um tempinho, passava um pouco e resolvia isso com mais tranquilidade.
FREDERICO: O dia você tá falando o dia do pagamento, né?
COLBERT: É o pagamento, o pagamento [inaudível] tudo.
FREDERICO: Só combina com ele, eu acho que você falando com ele, explicando, eu acho que não tem nenhum problema não.
COLBERT: Ok, ok.
FREDERICO: Não custa nada, demonstra um carinho de sua parte.
COLBERT: É, não , vou seguir essa orientação ai. Tá legal.
FREDERICO: Tá bom?
COLBERT: Tá bom, brigado.
FREDERICO: Ok, um abraço pra você, tchau, tchau.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Tinga é vítima da gula de Zé Neto por cargos
O apetite do deputado Zé Neto (Foto) quando o assunto é cargo público parece ser insaciável. Que o diga o produtor de shows gospel Valdison Rocha, o Tinga. Recém-nomeado coordenador do setor de Habilitação da 3ª Ciretran, em Feira de Santana, Tinga perdeu o cargo para o antigo diretor, sargento PM Amarildo Novaes. Na verdade, Tinga também foi vítima de uma quebra de braço de bastidores entre os deputados Sérgio Carneiro - responsável pela nomeação do produtor, e o próprio deputado Zé Neto. Mesmo passando apenas poucos dias à frente do cargo, Tinga afirmou que tem provas da existência de um esquema de corrupção que aprova candidatos a condutor, sem que esses passem pelas provas práticas de rua. “Vou levar todo o material que consegui recolher para o Ministério Público”, disse Tinga. E mais grave ainda é que ele atribui essas irregularidades às pessoas “que queriam me ver fora da chefia”. Como o deputado Zé Neto é o queridinho do governador Wagner para ser o candidato do PT a prefeito de Feira de Santana em 2012, é bom que o estabanado parlamentar se esforce para acabar com o tal esquema corrupto na Ciretran – se é que existe. Afinal de contas, como ele bem disse na rádio, o manda-chuva é ele. Pra quem passou boa parte de sua vida gritando e esbravejando contra o empreguismo político, Zé Neto está se saindo um verdadeiro mestre no ofício.
Fonte.Augusto Ferreira - 9.8.2011 | 10h14m
Colbert foi detido para evitar eliminação de provas, diz delegado da PF
Segundo o delegado, o secretário nacional de Programas e Desenvolvimento do Turismo, Colbert Martins da Silva Filho, foi preso preventivamente, ou seja, para evitar a eliminação de provas e com prazo maior de detenção
O secretário nacional de Desenvolvimento de Programas de Turismo, Colbert Martins da Silva Filho, está entre 38 presos na Operação Voucher da Polícia Federal (PF), deflagrada na manhã desta terça-feira (9). Também foram presos um ex-presidente da Embratur, além de empresários, diretores do ministério e funcionários do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável (Ibrasi) e o secretário-executivo do Ministério do Turismo, Frederico Silva da Costa, que tem o cargo mais importante da pasta depois do ministro.
O diretor-executivo da Polícia Federal, Paulo de Tarso Teixeira, disse que 33 pessoas foram presas e R$ 610 mil foram apreendidos na Operação Voucher, deflagrada nesta terça-feira e que investiga desvios de dinheiro no Ministério do Turismo.
Segundo o delegado, o secretário-executivo da pasta, Frederico Costa, o ex-secretário-executivo, Mário Moysés, e o secretário nacional de Programas e Desenvolvimento do Turismo, Colbert Martins da Silva Filho, foram presos preventivamente, ou seja, para evitar a eliminação de provas e com prazo maior de detenção.
Para que a Justiça decrete a prisão preventiva, as provas têm que ser mais robustas do que as prisões temporárias", disse o delegado. Por determinação da Justiça Federal, todos que foram presos preventivamente serão encaminhados a Macapá, onde a investigação está centralizada.
A produção do Acorda Cidade tentou contato com Colbert Martins, mas não obteve êxito. O irmão de Colbert, Evaldo Martins, informou que ele foi preso em São Paulo e está sendo encaminhado para o Macapá, para prestar esclarecimentos. Evaldo disse que "ele está tranquilo, pois sabe da sua inocência". Segundo Hozana Leite, assessor do ex-deputado, "o processo é de 2009 e a investigação já vem em andamento há muito tempo. Como Colbert liberou uma parcela do projeto investigado, também foi detido. O que não significa que ele tenha culpa, pois o processo já estava em andamento quando ele assumiu o cargo".
A investigação
A investigação da PF começou em abril deste ano. No total, a Justiça expediu 38 mandados de prisão --19 temporárias e 19 preventivas--, mas 33 foram detidos por enquanto. Em Brasília, dez pessoas foram presas preventivamente, enquanto sete estão detidos temporariamente e deverão ser soltos após prestarem depoimentos.
De acordo com a investigação --que deve ser finalizada entre duas semanas e um mês-- o convênio suspeito totaliza R$ 4,45 milhões do ministério, em convênio com o Ibrasi (Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável), no Amapá.
"O dinheiro era repassado pelo ministério ao Ibrasi, que usava empresas do grupo ou fictícias. A partir desse repasses, os treinamentos não eram executados", disse o delegado. Os policiais suspeitam que pelo menos dois terços deste valor foi desviado. O Ministério do Turismo fez o convênio com dinheiro originado de emenda parlamentar. Segundo o delegado, contudo, não há indícios, "até o momento", de participação de deputados no esquema.
Na casa do diretor do Ibrasi, em São Paulo, foram apreendidos R$ 610 mil _ um dos objetivos da operação era justamente buscar dinheiro vivo. A PF, contudo, disse que não informará nomes dos envolvidos nem especificar a conduta de cada um. De acordo com o delegado Paulo de Tarso Teixeira, as oitivas que serão realizadas servirá para esclarecer a participação dos envolvidos no esquema. Com informações da Folha
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| Foto: Reprodução Colbert Martins |
O diretor-executivo da Polícia Federal, Paulo de Tarso Teixeira, disse que 33 pessoas foram presas e R$ 610 mil foram apreendidos na Operação Voucher, deflagrada nesta terça-feira e que investiga desvios de dinheiro no Ministério do Turismo.
Segundo o delegado, o secretário-executivo da pasta, Frederico Costa, o ex-secretário-executivo, Mário Moysés, e o secretário nacional de Programas e Desenvolvimento do Turismo, Colbert Martins da Silva Filho, foram presos preventivamente, ou seja, para evitar a eliminação de provas e com prazo maior de detenção.
Para que a Justiça decrete a prisão preventiva, as provas têm que ser mais robustas do que as prisões temporárias", disse o delegado. Por determinação da Justiça Federal, todos que foram presos preventivamente serão encaminhados a Macapá, onde a investigação está centralizada.
A produção do Acorda Cidade tentou contato com Colbert Martins, mas não obteve êxito. O irmão de Colbert, Evaldo Martins, informou que ele foi preso em São Paulo e está sendo encaminhado para o Macapá, para prestar esclarecimentos. Evaldo disse que "ele está tranquilo, pois sabe da sua inocência". Segundo Hozana Leite, assessor do ex-deputado, "o processo é de 2009 e a investigação já vem em andamento há muito tempo. Como Colbert liberou uma parcela do projeto investigado, também foi detido. O que não significa que ele tenha culpa, pois o processo já estava em andamento quando ele assumiu o cargo".
A investigação
A investigação da PF começou em abril deste ano. No total, a Justiça expediu 38 mandados de prisão --19 temporárias e 19 preventivas--, mas 33 foram detidos por enquanto. Em Brasília, dez pessoas foram presas preventivamente, enquanto sete estão detidos temporariamente e deverão ser soltos após prestarem depoimentos.
De acordo com a investigação --que deve ser finalizada entre duas semanas e um mês-- o convênio suspeito totaliza R$ 4,45 milhões do ministério, em convênio com o Ibrasi (Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável), no Amapá.
"O dinheiro era repassado pelo ministério ao Ibrasi, que usava empresas do grupo ou fictícias. A partir desse repasses, os treinamentos não eram executados", disse o delegado. Os policiais suspeitam que pelo menos dois terços deste valor foi desviado. O Ministério do Turismo fez o convênio com dinheiro originado de emenda parlamentar. Segundo o delegado, contudo, não há indícios, "até o momento", de participação de deputados no esquema.
Na casa do diretor do Ibrasi, em São Paulo, foram apreendidos R$ 610 mil _ um dos objetivos da operação era justamente buscar dinheiro vivo. A PF, contudo, disse que não informará nomes dos envolvidos nem especificar a conduta de cada um. De acordo com o delegado Paulo de Tarso Teixeira, as oitivas que serão realizadas servirá para esclarecer a participação dos envolvidos no esquema. Com informações da Folha
Tinga sai revoltado e denuncia supostas irregularidades na 3ª Ciretran
Valdilson disse que Novaes é omisso e não cuida da Ciretran como deveria. Zé Neto defendeu Novaes dizendo que 'não tem nada que desabone Novaes, ele trabalhou quatro anos, não um mês', concluiu
Após quatro anos de serviços prestados à 3ª Circusncrição Regional de Trânsito (Ciretran), de Feira de Santana, o sargento da Polícia Militar, Amarildo Araújo de Novaes, foi exonerado do órgão no dia 02 de julho de 2011. O cargo foi assumido por Valdilson da Silva Rocha, conhecido como Tinga, que permaneceu por apenas 38 dias na Coordenação de Habilitação e 'devolveu' o cargo para Novaes.
Esse fato causou a indignação de Tinga. Na manhã de segunda-feira (8), ele disse ao Acorda Cidade que o deputado estadual Zé Neto o tirou do cargo por perseguição política. "Foi feito um acordo, mas Zé Neto descumpriu e tomou essa decisão de forma arbitrária. Ele é um ditador e quer todos os cargos de Feira para ele", informou.
Em resposta, Zé Neto disse que a recondução de Novaes ao cargo, foi para consertar um equívoco, pois “os membros da executiva do PT que trabalham na repartição solicitaram que ele continuasse na função. Eu não poderia ser injusto com Novaes, que já tem quatro anos no cargo e trabalha muito bem”.
Na manhã desta terça-feira (9), Tinga, fez novas provocações ao parlamentar. Ele disse que não pediu cargo a Zé Neto. “Nós fomos convidados a assumir o cargo”. Segundo Tinga, um acordo foi assinado por um assessor de Neto e “ele não respeitou, pois não respeita os companheiros”. Na oportunidade, ele disse que vai para
o lado do ex-prefeito de Feira de Santana José Ronaldo que não quer mais cargo nenhum do governo.
Tinga acrescentou que, “a Ciretran tem muitas coisas erradas”. Ele citou o fato de uma mulher que não compareceu no dia da prova e foi aprovada. “Ela não assinou, está constando como faltosa”. Zé Neto respondeu que "se você quiser fazer denúncia faça, você jamais vai ouvir de mim para não fazer o que deve ser feito. Mas, isso deveria ser feito internamente para que o outro tenha direito de se manifestar”.
Valdilson disse que Novaes é omisso e não cuida da Ciretran como deveria. Zé Neto defendeu
Novaes dizendo que “não tem nada que desabone Novaes, ele trabalhou quatro anos, não um mês”, concluiu.
O sargento Novaes entrou em contato com o Acorda Cidade, e falou que a sua recondução para o cargo se deu por motivos técnicos.
“Eu entendo o ressentimento de Tinga, pois eu fui escolhido pela executiva do partido, por critérios técnicos. Eu pauto a minha vida no trabalho, não tenho nada contra ele”. Sobre a denúncia de Tinga, ele disse que no dia do exame a senhora a que Tinga se referiu estava em Salvador fazendo outra prova e depois ela atestou a Ciretran a ausência e marcou para outro dia o teste”.
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| Foto: Roberta Costa Valdilson da Silva Rocha |
Esse fato causou a indignação de Tinga. Na manhã de segunda-feira (8), ele disse ao Acorda Cidade que o deputado estadual Zé Neto o tirou do cargo por perseguição política. "Foi feito um acordo, mas Zé Neto descumpriu e tomou essa decisão de forma arbitrária. Ele é um ditador e quer todos os cargos de Feira para ele", informou.
Em resposta, Zé Neto disse que a recondução de Novaes ao cargo, foi para consertar um equívoco, pois “os membros da executiva do PT que trabalham na repartição solicitaram que ele continuasse na função. Eu não poderia ser injusto com Novaes, que já tem quatro anos no cargo e trabalha muito bem”.
Na manhã desta terça-feira (9), Tinga, fez novas provocações ao parlamentar. Ele disse que não pediu cargo a Zé Neto. “Nós fomos convidados a assumir o cargo”. Segundo Tinga, um acordo foi assinado por um assessor de Neto e “ele não respeitou, pois não respeita os companheiros”. Na oportunidade, ele disse que vai para
o lado do ex-prefeito de Feira de Santana José Ronaldo que não quer mais cargo nenhum do governo.
Tinga acrescentou que, “a Ciretran tem muitas coisas erradas”. Ele citou o fato de uma mulher que não compareceu no dia da prova e foi aprovada. “Ela não assinou, está constando como faltosa”. Zé Neto respondeu que "se você quiser fazer denúncia faça, você jamais vai ouvir de mim para não fazer o que deve ser feito. Mas, isso deveria ser feito internamente para que o outro tenha direito de se manifestar”.
Valdilson disse que Novaes é omisso e não cuida da Ciretran como deveria. Zé Neto defendeu
Novaes dizendo que “não tem nada que desabone Novaes, ele trabalhou quatro anos, não um mês”, concluiu.
O sargento Novaes entrou em contato com o Acorda Cidade, e falou que a sua recondução para o cargo se deu por motivos técnicos.
“Eu entendo o ressentimento de Tinga, pois eu fui escolhido pela executiva do partido, por critérios técnicos. Eu pauto a minha vida no trabalho, não tenho nada contra ele”. Sobre a denúncia de Tinga, ele disse que no dia do exame a senhora a que Tinga se referiu estava em Salvador fazendo outra prova e depois ela atestou a Ciretran a ausência e marcou para outro dia o teste”.
Seis presos em ação no Turismo podem ser soltos nesta terça, diz PF
38 pessoas, entre elas o secretário-executivo da pasta e o secretário nacional de Desenvolvimento de Programas de Turismo, Colbert Martins da Silva Filho, foram presas.
Seis pessoas presas pela Polícia Federal na Operação Voucher, que estão detidas na superintendência em Brasília, estão sendo ouvidas e podem ser liberadas ainda nesta terça-feira (9), de acordo com informações da assessoria de imprensa da PF.
A PF prendeu 38 pessoas nesta terça, entre elas o secretário-executivo do Ministério do Turismo, Frederico Silva da Costa, que tem o cargo mais importante da pasta depois do ministro, além do secretário nacional de Desenvolvimento de Programas de Turismo, Colbert Martins da Silva Filho, que também é ex-deputado.
A PF não informou, porém, se eles estão entre as pessoas que podem ser liberadas. Os demais presos serão transferidos para o Amapá, estado que centraliza a Operação Voucher, que investiga convênio para qualificação de profissionais de turismo no Amapá. As informações são do G1.
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| Foto: Reprodução Colbert Martins |
A PF prendeu 38 pessoas nesta terça, entre elas o secretário-executivo do Ministério do Turismo, Frederico Silva da Costa, que tem o cargo mais importante da pasta depois do ministro, além do secretário nacional de Desenvolvimento de Programas de Turismo, Colbert Martins da Silva Filho, que também é ex-deputado.
A PF não informou, porém, se eles estão entre as pessoas que podem ser liberadas. Os demais presos serão transferidos para o Amapá, estado que centraliza a Operação Voucher, que investiga convênio para qualificação de profissionais de turismo no Amapá. As informações são do G1.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
O Dono da Boca – Waguinho
Confira o vídeo do cantor de pagode gospel Waguinho cantando a música “O Dono da Boca” em versão pagode!!!
Processo por discriminação racial contra Marco Feliciano por declarações no twitter é arquivado
O deputado corregedor deu sentença dizendo que não há provas de que a fala do pastor e deputado tenham sido proferidas praticando o preconceito
O processo aberto na Corregedoria da Câmara contra o pastor e deputado federal Marco Feliciano para apurar as acusações de que ele teria praticado discriminação racial e religiosa contra afro-descendentes em suas mensagens no Twitter , foi arquivado nesta semana.
O processo foi aberto em abril depois que muitos usuários do microblog se revoltaram com o pastor que escreveu em sua página que os “africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé. Isso é fato. O motivo da maldição é polêmica. Não sejam irresponsáveis twitters rsss”. Em seguida, outra mensagem, ele tento explicar dizendo que “sobre o continente africano repousa a maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, Aids. Fome…(sic)”.
A Câmara precisou ser acionada para analisar as acusações e durante essa semana a Mesa Diretora, liderada pelo deputado Eduardo da Fonte, deu a sentença dizendo que o caso precisa ser arquivado por não constar nos autos ” narração de fato que represente a prática de discriminação racial e religiosa alegada.”
Leia o comunicado na íntegra:
- “Após a manifestação do Representado, ao iniciar a fase de instrução do procedimento de apuração da representação, constatei a inexistência de narrativa, pelo Representante, do fato supostamente indecoroso. Simplesmente não consta dos autos narração de fato que represente a prática de discriminação racial e religiosa alegada. Apenas pra exemplificar, seria o mesmo que denunciar um parlamentar por perturbar a ordem das sessões da Câmara sem narrar o fato causador da perturbação ou denunciar a prática de ofensas físicas e morais nas dependências da Casa sem narrar o fato provocador das ofensas”.
- “Desse modo, verifica-se que a representação padece de pressuposto básico de existência, não me restando outra manifestação a não ser pelo arquivamento da representação por inépcia, em consonância com o art. 1º, § 21, I, do Ato da Mesa nº 37, de 2009″.
- Arquivamento por inépcia: – Dito ou afirmação absurda; disparate.
Considerando a gravidade desta acusação injusta e descabida, bem como a enorme repercussão do fato na imprensa nacional, o Parlamentar estuda juntamente com sua assessoria jurídica um processo contra seus acusadores, por calúnia e difamação.
Fonte: Gospel Prime
O processo aberto na Corregedoria da Câmara contra o pastor e deputado federal Marco Feliciano para apurar as acusações de que ele teria praticado discriminação racial e religiosa contra afro-descendentes em suas mensagens no Twitter , foi arquivado nesta semana.
O processo foi aberto em abril depois que muitos usuários do microblog se revoltaram com o pastor que escreveu em sua página que os “africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé. Isso é fato. O motivo da maldição é polêmica. Não sejam irresponsáveis twitters rsss”. Em seguida, outra mensagem, ele tento explicar dizendo que “sobre o continente africano repousa a maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, Aids. Fome…(sic)”.
A Câmara precisou ser acionada para analisar as acusações e durante essa semana a Mesa Diretora, liderada pelo deputado Eduardo da Fonte, deu a sentença dizendo que o caso precisa ser arquivado por não constar nos autos ” narração de fato que represente a prática de discriminação racial e religiosa alegada.”
Leia o comunicado na íntegra:
- “Após a manifestação do Representado, ao iniciar a fase de instrução do procedimento de apuração da representação, constatei a inexistência de narrativa, pelo Representante, do fato supostamente indecoroso. Simplesmente não consta dos autos narração de fato que represente a prática de discriminação racial e religiosa alegada. Apenas pra exemplificar, seria o mesmo que denunciar um parlamentar por perturbar a ordem das sessões da Câmara sem narrar o fato causador da perturbação ou denunciar a prática de ofensas físicas e morais nas dependências da Casa sem narrar o fato provocador das ofensas”.
- “Desse modo, verifica-se que a representação padece de pressuposto básico de existência, não me restando outra manifestação a não ser pelo arquivamento da representação por inépcia, em consonância com o art. 1º, § 21, I, do Ato da Mesa nº 37, de 2009″.
- Arquivamento por inépcia: – Dito ou afirmação absurda; disparate.
Considerando a gravidade desta acusação injusta e descabida, bem como a enorme repercussão do fato na imprensa nacional, o Parlamentar estuda juntamente com sua assessoria jurídica um processo contra seus acusadores, por calúnia e difamação.
Fonte: Gospel Prime
Rede Globo irá matar personagens gays em novela para alertar o Brasil contra a homofobia
A morte dos personagens também reflete um protesto contra a censura da novela
Depois de causar polêmica e enfrentar a censura a ponto de ter que cortar as cenas mais íntimas entre Eduardo (Rodrigo Andrade) e Hugo (Marcos Damigo) que vivem um casal gay na novela Insensato Coração da Rede Globo, os atores Ricardo Linhares e Gilberto Braga resolveram matar os dois personagens nos últimos capítulos da trama.
O assassinato do casal foi planejado pelos autores por dois motivos: o primeiro seria um protesto contra a censura e o corte das cenas, feito, de acordo com eles, “por causa do preconceito”.
O segundo motivo é para alertar ao Brasil sobre a necessidade de se ter uma lei que agrave a pena de quem comete um crime contra homossexuais. Linhares e Braga vão falar sobre a importância da Lei contra a homofobia e mostrar que a legislação brasileira está atrasada em relação a esse tema.
Antes de assassiná-los o vilão Vinícius (Thiago Martins) vai falar: “Veado bom é veado morto”.
Fonte: Gospel Prime
Com informações Yahoo
Depois de causar polêmica e enfrentar a censura a ponto de ter que cortar as cenas mais íntimas entre Eduardo (Rodrigo Andrade) e Hugo (Marcos Damigo) que vivem um casal gay na novela Insensato Coração da Rede Globo, os atores Ricardo Linhares e Gilberto Braga resolveram matar os dois personagens nos últimos capítulos da trama.
O assassinato do casal foi planejado pelos autores por dois motivos: o primeiro seria um protesto contra a censura e o corte das cenas, feito, de acordo com eles, “por causa do preconceito”.
O segundo motivo é para alertar ao Brasil sobre a necessidade de se ter uma lei que agrave a pena de quem comete um crime contra homossexuais. Linhares e Braga vão falar sobre a importância da Lei contra a homofobia e mostrar que a legislação brasileira está atrasada em relação a esse tema.
Antes de assassiná-los o vilão Vinícius (Thiago Martins) vai falar: “Veado bom é veado morto”.
Fonte: Gospel Prime
Com informações Yahoo
Especialista descobre como arrombar carros com SMS
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| Arrombamento por SMS? (Foto: Reprodução) |
Por motivos de segurança, o consultor se recusou a revelar quais modelos ou fabricantes estão suscetíveis a essas invasões. Don revelou que o mesmo truque pode ser usado para invadir telefones, máquinas de atendimento e até sistemas industriais de hidroelétricas.
Bailey utilizou um software de rastreamento chamado Zoombak. O sistema funciona da seguinte maneira: o dispositivo deve ficar dentro do carro. Para encontrá-lo, você envia um SMS pelo celular ou email e recebe de volta a localização do veículo.
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| Zoombak (Foto: Reprodução) |
De acordo com Don, a invasão só funciona porque alguns componentes eletrônicos, como as travas elétricas dos carros aceitam sinais wireless que são vulneráveis a interferência. Bailey também disse que para proteger os carros definitivamente, os fabricantes deveriam comprar peças mais caras que garantiriam uma segurança mais efetiva.
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