sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Ex de Thammy Gretchen e e ex-atriz pornô, Júlia Paes vira evangélica

Ela passeou com a pequena Gabriele e o marido, Gabriel, em São Paulo

Júlia Paes, ex-namorada de Tammy Gretchen e ex-atriz pornô, passeou com sua filha Gabriele, de 2 meses, e o marido, Gabriel, na noite da última quinta-feira, 18, em Moema, São Paulo. Júlia, que integrou o grupo Sexy Dolls ao lado de Sabrina Boing Boing e Carol Miranda, agora é evangélica.

Júlia Paes e o marido, Gabriel, exibem a pequena Gabriele

Júlia Paes e a filha

Parabens TV Itapoan - 50 anos é a Cara da Bahia.

3º Festival Anual da Canção Estudantil


O segundo lugar ficou para a canção “Negro”, de Cristiano Bacelar de Jesus, do Colégio Estadual Ernesto Carneiro Ribeiro, de Feira de Santana.

Feira de Santana homenageia o carnaval na final regional de música

Uma plateia animada e expressiva, organizada em torcidas com direito às famosas vuvuzelas, ocupou na tarde de quinta (29), o teatro do Centro de Cultura Amélio Amorim (CCAA), em Feira de Santana, para a final regional do III Festival da Canção Estudantil (Face) que este ano homenageou o trio elétrico e os antigos carnavais. A abertura aconteceu às 16h15 com a apresentação do vencedor do primeiro Face regional, em 2008, e de outros cantores já consagrados como Guymeo Jumonji, Neto Lobo, CS e Thiago Moraes. As boas-vindas ficaram por conta do titular da diretoria regional, Eutímio Almeida: “Tenho a certeza que neste dia revelaremos um novo talento da nossa cultura, da nossa arte”, incentivou. Num desfile de apresentações, a revelação de grandes talentos sob o olhar atento da comissão julgadora, formada pela coordenadora do CCAA, Rebeca Rodrigues, e por cantores e compositores como Márcia Porto, Marcos Rocha, Guymeo Jumonji, Timbaúba, Nilsan e Cecília Castelli; o júri teria, a partir dali, o desafio de escolher três, dentre os 15 participantes oriundos de escolas estaduais dos municípios de Riachão do Jacuípe, Pintadas, Serra Preta, Anguera, Santo Estevão, Ipirá, Amélia Rodrigues e Feira de Santana. Premiação - Nos momentos que antecederam à premiação, clipes lembravam os antigos carnavais e um momento cultural com o professor Custódio, que cantou e encantou o público. "Crianças de rua” do estudante Cleber da Silva Borges, do Colégio Estadual Monsenhor Alcides Cardoso, localizado no município de Ipirá, foi a música vencedora. No momento da revelação do prêmio, num misto de alegria e motivação, Cleber ajoelhou e agradeceu a Deus pela vitória. O segundo lugar ficou para a canção “Negro”, de Cristiano Bacelar de Jesus, do Colégio Estadual Ernesto Carneiro Ribeiro, de Feira de Santana. A terceira colocada foi a música “Pós-passado” de Filipe Santana Grilo, interpretada pelo mesmo e por Ana Paula Ferreira, ambos do Colégio Estadual Hilda Carneiro, também de Feira. O campeão regional participará da final estadual, prevista para o próximo mês de novembro, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador. Posteriormente notebooks serão entregues como premiação para os três primeiros colocados. O FACE é um projeto da Secretaria da Educação e é coordenado na Direc 2 por Gleide Gavim e Mário Leal, que conduziram o evento.

Promessas de Dilma devem custar mais de R$ 140 bilhões


Para dar conta das promessas de campanha, reafirmadas no discurso de posse, o governo da presidenta eleita Dilma Rousseff terá de desembolsar ao menos R$ 141,3 bilhões ao longo dos próximos quatro anos. Na estimativa, entram compromissos como tirar 21 milhões de brasileiros da miséria, construir 2 milhões de moradias, 6 mil creches, 371 escolas técnicas e 500 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

O custo de erradicar a miséria, por exemplo, uma das mais fortes bandeiras da sucessora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seria de R$ 14,3 bilhões ao ano, ou R$ 57,2 bilhões em quatro anos. O cálculo é do economista da FGV, Marcelo Neri, e leva em consideração somente gastos que poderiam ser feitos por meio do Bolsa Família. Este seria o montante necessário para complementar a atual base de beneficiários do programa, que hoje atende aproximadamente 50 milhões de pessoas com R$ 13,4 bilhões ao ano, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento e Combate à Fome.

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A soma representa o complemento da renda deste novo contingente de 21 milhões de brasileiros que hoje possui renda per capita inferior a um quarto de salário mínimo – identificada por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2010, do IBGE. A ideia ajudar essa parcela da sociedade a alcançar os R$ 127,50 em renda per capita considerados pelo governo como o marco para sair da condição de miséria.

Segundo critérios adotados mundialmente pela Organização das Nações Unidas (ONU), são consideradas miseráveis pessoas com renda domiciliar inferior à linha de pobreza estabelecida pelo Banco Mundial (US$ 1,25 ao dia, corrigido pela paridade do poder de compra, método que desconta a variação de custo de vida entre países). O critério estabelecido pelo governo considera miseráveis os brasileiros que ganham cerca de R$ 4,25 diários, mais que o parâmetro da ONU.

“Se considerado o dado da ONU, não seriam 21 milhões de brasileiros. Seria, na verdade, menos de 4% da população, o que não dá nem 10 milhões de pessoas”, diz Sandra Brandão, integrante da equipe de transição do governo Lula para o governo Dilma.

Habitação e educação

No entanto, a meta mais cara firmada pela campanha de Dilma é entregar 2 milhões de moradias por meio do programa Minha Casa, Minha Vida. Caso seja cumprida, a promessa custará cerca de R$ 71,7 bilhões aos cofres nacionais. O valor já tem previsão de investimento entre 2011 e 2014 no Orçamento pelo Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC).

Já a construção de 6 mil creches, uma das promessas direcionadas ao eleitorado feminino durante a campanha de Dilma tem investimento previsto no Orçamento de 7,6 bilhões entre 2011 e 2014. Como a educação fundamental é responsabilidade das prefeituras, o governo federal em tese não teria que arcar com a manutenção das unidades entregues.

O repasse de custos pode complicar a vida de prefeituras, que têm reclamado das quedas no repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Para entregar este número de creches o governo federal teria ainda que inaugurar quatro unidades por dia.

Outra meta ressaltada pela campanha de Dilma é a construção de escolas técnicas em municípios com mais de 50 mil habitantes. São 589 municípios com essa população, de acordo com o IBGE. Um levantamento feito pelo iG com base em dados do Ministério da Educação mostra que já existem escolas em 218 municípios com este perfil. Logo, para atender a este objetivo, teriam de ser levantadas 371 unidades escolares.

Informações do Ministério da Educação (MEC) dão conta de que uma escola técnica (já equipada com mobiliário e equipamentos) custa R$ 6 milhões. O valor, multiplicado por 371 escolas resulta em uma soma de R$ 2,2 bilhões. A manutenção destas escolas, também segundo informações do MEC, custaria mais R$ 1,2 bilhão ao ano, uma vez construídas todas as unidades escolares. O valor inclui gastos com infraestrutura e o salário de uma equipe de 60 professores e 40 técnicos

A meta traçada por Dilma de construir ao menos 371 escolas em quatro anos é considerada difícil de cumprir por integrantes do próprio ministério da Educação. Isso porque, no plano de expansão da educação profissional e tecnológica do MEC, entre 2005 e 2010, foram inauguradas 214 escolas técnicas, uma média de 42 escolas por mês. Para realizar o que prometeu, Dilma precisará inaugurar 92 escolas técnicas por ano. Fontes ligadas à pasta explicam que é muito difícil construir mensalmente mais de 60 escolas.

Saúde

A construção de 500 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) também já tem orçamento previsto no PAC 2: R$ 2,6 bilhões, de 2011 a 2014. Quando estiverem todas construídas, elas custarão mais R$ 1,5 bilhão anualmente - excluídas as contrapartidas previstas para governos estaduais e municipais. A meta representa a entrega de 10 UPAs a cada mês de governo de Dilma.

Apesar dos números, na avaliação de Adriano Biava, professor de finanças públicas da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP), os valor cabem no bolso do governo. Mas, para tanto, a administração de Dilma pode ter de criar novos tributos e adotar medidas de realocação no Orçamento, de forma a liberar gastos não justificados e aumentar a eficiência da máquina, afirma o especialista.

Algumas opções citadas por Biava seriam medidas impopulares, como a volta da CPMF e a regularização do Imposto Sobre Grandes Fortunas – medida prevista no primeiro programa de governo entregue pelo PT e, depois, retirada do documento sob protesto de setores da sociedade. “Tem de encontrar novos recursos. Gastamos só em juros da dívida interna 40% do PIB, em 2008, são cerca de R$ 108 bilhões. Se a gente compara com este valor, é possível destinar. Mas esta é uma decisão política”, avalia Biava.

Papa reúne mais de 100 cardeais para debater casos de pedofilia

Essa é a 1ª vez que número representativo de cardeais analisa com Bento 16 os escândalos sexuais; reunião ocorre a portas fechadas


Mais de cem cardeais de todo o mundo se encontram nesta sexta-feira com o papa Bento 16 no Vaticano para discutir os casos dos sacerdotes pedófilos, da situação da liberdade religiosa no mundo e da abertura da Igreja Católica aos anglicanos. A reunião será realizada a portas fechadas e se prolongará durante o dia todo.

Papa Bento 16 lê mensagem a cardeais reunidos para dia de reflexão no Vaticano

De acordo com fontes vaticanas, o encontro começou com algumas palavras do papa, seguidas do discurso do cardeal Secretário de Estado do Vaticano, Tarcisio Bertone, sobre a situação da liberdade religiosa no mundo e os novos desafios.

Apontada pelo Vaticano como uma "jornada de reflexão e preces", a programação segue com as palavras do arcebispo Angelo Amato, prefeito da Congregação para a Causa dos Santos, que analisará o documento "Dominus Iesus", dez anos após sua publicação.

O prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, William Joseph Levada, encerrará a reunião e falará da resposta da Igreja sobre os casos de abusos sexuais e da decisão da Igreja Católica de abrir suas portas aos tradicionalistas anglicanos contrários às medidas da Comunhão Anglicana, como a ordenação de mulheres e de homossexuais como bispos.

A jornada aproveitou a presença dos cardeais em Roma, vindos para o consistório que será realizado no fim de semana, o terceiro do Pontificado do papa, no qual Bento 16 nomeará 24 novos purpurados, entre eles o brasileiro Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida, de 73 anos.

Essa é a primeira vez que um número representativo de cardeais analisam juntamente com o papa os escândalos de clérigos pedófilos desde a repercussão no ano passado dos relatórios "Ryan" e "Murphy", que registraram que centenas de crianças irlandesas sofreram abusos sexuais por parte de sacerdotes da República da Irlanda, sobretudo na arquidiocese de Dublin entre 1975 e 2004.

Nos últimos meses foram divulgados outros casos de abusos por parte da direção nos Estados Unidos, Alemanha, Áustria, Holanda, Bélgica, Reino Unido e Itália. Bento 16 pediu perdão às vítimas em várias ocasiões e declarou que os culpados deverão responder perante Deus e as leis civis.

Dilma escreve ao papa por trégua com a Igreja


Depois de enfrentar uma campanha dominada pela polêmica do aborto em dois turnos, Dilma Rousseff fez mais um gesto para se aproximar da Igreja Católica, agora como presidente eleita.

Em tom bastante cordial, Dilma enviou uma carta ao papa Bento XVI, na qual pede sua bênção para o novo governo e assegura que deseja manter amplo diálogo com o Vaticano.

O emissário da correspondência será Gilberto Carvalho, chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que embarcou ontem à noite para Roma. Carvalho vai se encontrar na segunda-feira com o secretário da Santa Sé para Relações com os Estados, Dominique Mamberti, que receberá a mensagem endereçada ao papa.

Na carta, Dilma não mexe no vespeiro do aborto, mas promete se dedicar, nos quatro anos de seu mandato, à erradicação da miséria e à redução da desigualdade social. "A intenção dela é fazer uma saudação ao papa e garantir que as relações do próximo governo com a Igreja continuarão sendo as melhores possíveis", disse Carvalho, que vai representar Lula, no fim de semana, na cerimônia em que o arcebispo de Aparecida (SP), d. Raymundo Damasceno, será nomeado cardeal.

A três dias do segundo turno, Bento XVI condenou a descriminalização do aborto e da eutanásia e recomendou aos bispos brasileiros que emitissem "juízo moral" sobre essas questões, mesmo em "matérias políticas". Embora não tenha feito referência direta à eleição, o papa pediu aos bispos que orientassem os fiéis a usar o voto para a "promoção do bem comum".

Antes disso, sob pressão de religiosos, Dilma lançou uma carta-compromisso dirigida aos cristãos, em que destacava ser contrária ao aborto. Na prática, foi a segunda versão de um texto preparado por um grupo de católicos e evangélicos. Dilma se recusou a assinar o primeiro rascunho, que condenava o casamento entre homossexuais.

A polêmica relativa à interrupção da gravidez foi motivo de vários embates entre Dilma e o candidato do PSDB, José Serra, e dividiu o comitê petista. Serra bateu na tecla de que a adversária defendera o aborto, em 2007, e mudara o discurso.

A então candidata do PT disse que sempre tratou o assunto como "questão de saúde pública". Pela lei, o aborto é permitido somente em casos de estupro e risco de morte para a mãe.

"Não acredito que numa campanha entre dois homens esses temas teriam tanta relevância", afirmou Dilma ao Estado, às vésperas do segundo turno. "Pôr no centro da disputa a questão religiosa não foi bom para o Brasil. Isso foi dose pra mamute na campanha, viu!", completou.