quinta-feira, 19 de maio de 2011
Autor americano lança livro que afirma que 11 livros do Novo Testamento são falsos
As cartas de Paulo são os textos que mais apresentam contradições, de acordo com Bart D. Ehrman
O americano Bart D. Ehrman, um respeitado estudioso da Bíblia, garante que 11 livros do Novo Testamento são de impostores. Essa afirmação ele faz em seu mais novo livro, “Forjado”, que tem indignado cristãos de todo o mundo.
Neste livro o autor transcreveu Atos 4:13 (“Ao verem a intrepidez de Pedro e João, sabendo que eram homens iletrados e incultos, admiraram-se”) para explicar que os dois apóstolos são descritos na escritura em grego como “analfabetos”, literalmente, e não como “iletrados”, que deixa margem para dúvida se sabiam escrever ou se eram pessoas simples, porém alfabetizadas.
Outro texto que ele questiona é 2 Timóteo 4:7, o apóstolo Paulo afirma: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.” Ehrman alega que Paulo não disse nada disso e que essa frase foi inventada e colocada na Bíblia como se fosse do apóstolo.
Por Paulo ser o auto de parte significativa dos livros do Novo Testamento o livro fala bastante dele, mas também garante evidências de que os evangelhos não tinham autores quando começaram a ser difundidos.
As conclusões de Ehrman foram baseadas nos diferentes estilos de texto da Bíblia e em suas contradições. Ele aponta, como exemplo, os escritos de Efésios, os quais em grego são compostos por frases longas, o que é bem diferente da escrita de Paulo.
Uma das mais flagrantes contradições, segundo ele, está em 1 Coríntios, onde Paulo primeiro convoca as mulheres para se manifestar na igreja e alguns capítulos depois afirma que elas devem permanecer caladas e, se quiserem aprender alguma coisa, teriam de perguntar em casa ao marido. É óbvio que os dois textos, segundo Ehrman, não foram escritos pela mesma pessoa.
O estudioso disse que o propósito dos forjadores dos textos bíblicos foi acalmar os ânimos dos líderes da igreja primitiva, porque entre eles havia muita discordância sobre como tratar as mulheres, o relacionamento entre senhores e escravos, como teriam de ser os ritos e por aí vai.
O objetivo de Ehrman é que o seu livro ajude as pessoas a aceitarem algo que ele próprio demorou em reconhecer. Ele foi um religioso fundamentalista e hoje é agnóstico.
Com informações Paulopes
O americano Bart D. Ehrman, um respeitado estudioso da Bíblia, garante que 11 livros do Novo Testamento são de impostores. Essa afirmação ele faz em seu mais novo livro, “Forjado”, que tem indignado cristãos de todo o mundo.
Neste livro o autor transcreveu Atos 4:13 (“Ao verem a intrepidez de Pedro e João, sabendo que eram homens iletrados e incultos, admiraram-se”) para explicar que os dois apóstolos são descritos na escritura em grego como “analfabetos”, literalmente, e não como “iletrados”, que deixa margem para dúvida se sabiam escrever ou se eram pessoas simples, porém alfabetizadas.
Outro texto que ele questiona é 2 Timóteo 4:7, o apóstolo Paulo afirma: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.” Ehrman alega que Paulo não disse nada disso e que essa frase foi inventada e colocada na Bíblia como se fosse do apóstolo.
Por Paulo ser o auto de parte significativa dos livros do Novo Testamento o livro fala bastante dele, mas também garante evidências de que os evangelhos não tinham autores quando começaram a ser difundidos.
As conclusões de Ehrman foram baseadas nos diferentes estilos de texto da Bíblia e em suas contradições. Ele aponta, como exemplo, os escritos de Efésios, os quais em grego são compostos por frases longas, o que é bem diferente da escrita de Paulo.
Uma das mais flagrantes contradições, segundo ele, está em 1 Coríntios, onde Paulo primeiro convoca as mulheres para se manifestar na igreja e alguns capítulos depois afirma que elas devem permanecer caladas e, se quiserem aprender alguma coisa, teriam de perguntar em casa ao marido. É óbvio que os dois textos, segundo Ehrman, não foram escritos pela mesma pessoa.
O estudioso disse que o propósito dos forjadores dos textos bíblicos foi acalmar os ânimos dos líderes da igreja primitiva, porque entre eles havia muita discordância sobre como tratar as mulheres, o relacionamento entre senhores e escravos, como teriam de ser os ritos e por aí vai.
O objetivo de Ehrman é que o seu livro ajude as pessoas a aceitarem algo que ele próprio demorou em reconhecer. Ele foi um religioso fundamentalista e hoje é agnóstico.
Com informações Paulopes
'HGCA está em condições precárias', diz vereador Lulinha
O vereador apresentou ao Acorda Cidade fotos do Clériston Andrade para mostrar que o Governo 'só mostra o centro cirúrgico e a cozinha onde foi feita a reforma, mas não o verdadeiro Clériston, onde o povão vai'
O vereador Lulinha (DEM) apresentou com exclusividade ao Acorda Cidade, fotos do Hospital Geral Clériston Andrade, em resposta a ida do vereador Angelo Almeida (PT) ao Hospital Inácia Pinto dos Santos (Hospital da Mulher), fato que aconteceu no dia 11 de maio de 2011.
“Vimos focos de mofo e ferrugem, inclusive, dentro da UTI neo, onde existe maior vulnerabilidade para infecções. No banheiro dos quartos onde as mulheres ficam internadas também estão em situação precária devido a falta de manutenção com vasos sanitários, pias quebradas e mau cheiro” afirmou Angelo Almeida, na ocasião.
Foto: Rafael Velame - fotos que o vereador Angelo Almeida publicou, relatando a situação do Hospital da Mulher
Para Lulinha “ele (Angelo Almeida) deveria fazer a mesma coisa que fez no Hospital da Mulher, no Clériston Andrade e filmar o que vem acontecendo no HGCA”. O democrata afirma que há problemas no hospital da Mulher e em outros hospitais, mas que Angelo deveria mostrar que há problemas também nos hospitais estaduais.
Fotos de Lulinha mostram corredores do HGCA lotados de pacientes
Perguntado se tinha autorização para tirar as fotos do HGCA, ele afirmou que as fotos foram enviadas a ele, mas que todos sabem que essa é a situação atual do Clériston Andrade. As fotos retratam falta de higiene, lotação, mofo e muito mato em volta do Clériston Andrade. O vereador critica também a falta de atendimento no hospital, com apenas uma enfermaria funcionando e grande quantidade de pacientes nos corredores, além de quadros de pacientes que recebem alta sem condições. Lulinha ataca também o Hospital Estadual da Criança. Para ele o HEC é “um belíssimo prédio, mas não funciona, pois não tem condições de atender a população".
Mais de 20 fotos mostram as condições atuais do Hospital Geral Clériston Andrade
Lulinha disse que essa não é uma forma de retaliação, mas sim “de mostrar que Angelo só partiu para um lado. Pois, quando eles mostram o Clériston Andrade só mostram o centro cirúrgico e a cozinha onde foi feita a reforma, mas não mostra o verdadeiro Clériston, onde o povão vai”.
Lulinha enviou ao Acorda Cidade uma solicitação de transferência de um bebê de cinco dias de vida, que precisa ir pra uma unidade Hospitalar com Serviço de Cardiologia Pediátrica e Cirurgia Cardíaca Infantil, que segundo ele, não tem previsão de quando será feita. Lulinha disse que, uma servidora do Hospital da Criança, mandou a mãe do bebê "se virar" porque o hospital não tem condições de atender essa solicitação e que tem como comprovar todas as acusações que está fazendo ao Governo do Estado.
O vereador Lulinha (DEM) apresentou com exclusividade ao Acorda Cidade, fotos do Hospital Geral Clériston Andrade, em resposta a ida do vereador Angelo Almeida (PT) ao Hospital Inácia Pinto dos Santos (Hospital da Mulher), fato que aconteceu no dia 11 de maio de 2011.
“Vimos focos de mofo e ferrugem, inclusive, dentro da UTI neo, onde existe maior vulnerabilidade para infecções. No banheiro dos quartos onde as mulheres ficam internadas também estão em situação precária devido a falta de manutenção com vasos sanitários, pias quebradas e mau cheiro” afirmou Angelo Almeida, na ocasião.
Foto: Rafael Velame - fotos que o vereador Angelo Almeida publicou, relatando a situação do Hospital da Mulher
Para Lulinha “ele (Angelo Almeida) deveria fazer a mesma coisa que fez no Hospital da Mulher, no Clériston Andrade e filmar o que vem acontecendo no HGCA”. O democrata afirma que há problemas no hospital da Mulher e em outros hospitais, mas que Angelo deveria mostrar que há problemas também nos hospitais estaduais.
Fotos de Lulinha mostram corredores do HGCA lotados de pacientes
Perguntado se tinha autorização para tirar as fotos do HGCA, ele afirmou que as fotos foram enviadas a ele, mas que todos sabem que essa é a situação atual do Clériston Andrade. As fotos retratam falta de higiene, lotação, mofo e muito mato em volta do Clériston Andrade. O vereador critica também a falta de atendimento no hospital, com apenas uma enfermaria funcionando e grande quantidade de pacientes nos corredores, além de quadros de pacientes que recebem alta sem condições. Lulinha ataca também o Hospital Estadual da Criança. Para ele o HEC é “um belíssimo prédio, mas não funciona, pois não tem condições de atender a população".
Mais de 20 fotos mostram as condições atuais do Hospital Geral Clériston Andrade
Lulinha disse que essa não é uma forma de retaliação, mas sim “de mostrar que Angelo só partiu para um lado. Pois, quando eles mostram o Clériston Andrade só mostram o centro cirúrgico e a cozinha onde foi feita a reforma, mas não mostra o verdadeiro Clériston, onde o povão vai”.
Lulinha enviou ao Acorda Cidade uma solicitação de transferência de um bebê de cinco dias de vida, que precisa ir pra uma unidade Hospitalar com Serviço de Cardiologia Pediátrica e Cirurgia Cardíaca Infantil, que segundo ele, não tem previsão de quando será feita. Lulinha disse que, uma servidora do Hospital da Criança, mandou a mãe do bebê "se virar" porque o hospital não tem condições de atender essa solicitação e que tem como comprovar todas as acusações que está fazendo ao Governo do Estado.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Mulher tenta se jogar do sétimo andar e é salva por vestido de noiva
Ela teria tentado cometer suicídio após namorado terminar relação.
Resgatada por um oficial local, ela não ficou ferida no incidente.
Uma mulher de 22 anos foi salva por seu vestido de noiva quando tentou se jogar por uma janela do sétimo andar de um prédio residencial em Changchun, na província chinesa de Jilin, na terça-feira (17). O resgate foi registrado pela mídia local e atraiu dezenas de curiosos.
Segundo jornais locais, a mulher teria tentado cometer suicídio depois que seu namorado por quatro anos terminou a relação, logo quando eles faziam planos para casar. Salva por um oficial da comunidade, que a segurou pelo vestido, a mulher não teve nenhum ferimento pelo incidente.
Resgatada por um oficial local, ela não ficou ferida no incidente.
Uma mulher de 22 anos foi salva por seu vestido de noiva quando tentou se jogar por uma janela do sétimo andar de um prédio residencial em Changchun, na província chinesa de Jilin, na terça-feira (17). O resgate foi registrado pela mídia local e atraiu dezenas de curiosos.
Segundo jornais locais, a mulher teria tentado cometer suicídio depois que seu namorado por quatro anos terminou a relação, logo quando eles faziam planos para casar. Salva por um oficial da comunidade, que a segurou pelo vestido, a mulher não teve nenhum ferimento pelo incidente.
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| Vizinhos se desesperam ao ver jovem, vestida de noiva, ficar pendurada na janela do 7º andar (Foto: China Daily / Reuters) |
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| Resgate atraiu muitos curiosos na cidade de Changchun (Foto: China Daily / Reuters) |
Mais de 120 casais vivem união homoafetiva em Feira de Santana
Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal reconheceu a união entre pessoas do mesmo sexo que agora podem desfrutar dos direitos previstos no Código Civil de casais heterossexuais.
Dos 120 casais que vivem em união homoafetiva em Feira de Santana, três já buscaram apoio do Grupo Liberdade Igualdade e Cidadania Homossexual (Glich) para oficializar a união. Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal reconheceu a união entre pessoas do mesmo sexo que agora podem desfrutar dos direitos previstos no Código Civil de casais heterossexuais.
Segundo o presidente do Glich, Rafael Carvalho, o levantamento feito pelo IBGE no ano passado, constatou que 3000 casais vivem em união homoafetiva na Bahia, destes 119 residem em Feira. No entanto, ele acredita que o número seja em maior já que alguns casais não foram entrevistados e outros não quiseram responder ao questionamento.
Em relação aos registros oficiais de casais do mesmo sexo na cidade, Rafael Carvalho informou que não tem o conhecimento de como os cartórios estão agindo com essa nova realidade.
“Vamos manter contato com o Fórum para saber como estão realizando os procedimentos e então vamos receber os casais, recolher os documentos necessários para efetuar o registro dessas relações”, disse.
Ele acredita que os cartórios solicitem mandado judicial para realizar o procedimento e os advogados criarão jurisprudência para registrar essas uniões.
Em relação à adoção de crianças por casais homossexuais, Rafael Carvalho explicou que estudos europeus e norte-americanos já comprovaram que não existem danos psicossociais ao convívio de crianças com pais do mesmo sexo. As informações são do repórter Ney Silva do programa Acorda Cidade
Dos 120 casais que vivem em união homoafetiva em Feira de Santana, três já buscaram apoio do Grupo Liberdade Igualdade e Cidadania Homossexual (Glich) para oficializar a união. Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal reconheceu a união entre pessoas do mesmo sexo que agora podem desfrutar dos direitos previstos no Código Civil de casais heterossexuais.
Segundo o presidente do Glich, Rafael Carvalho, o levantamento feito pelo IBGE no ano passado, constatou que 3000 casais vivem em união homoafetiva na Bahia, destes 119 residem em Feira. No entanto, ele acredita que o número seja em maior já que alguns casais não foram entrevistados e outros não quiseram responder ao questionamento.
Em relação aos registros oficiais de casais do mesmo sexo na cidade, Rafael Carvalho informou que não tem o conhecimento de como os cartórios estão agindo com essa nova realidade.
“Vamos manter contato com o Fórum para saber como estão realizando os procedimentos e então vamos receber os casais, recolher os documentos necessários para efetuar o registro dessas relações”, disse.
Ele acredita que os cartórios solicitem mandado judicial para realizar o procedimento e os advogados criarão jurisprudência para registrar essas uniões.
Em relação à adoção de crianças por casais homossexuais, Rafael Carvalho explicou que estudos europeus e norte-americanos já comprovaram que não existem danos psicossociais ao convívio de crianças com pais do mesmo sexo. As informações são do repórter Ney Silva do programa Acorda Cidade
terça-feira, 17 de maio de 2011
Cristãos interrompem passeata gay que acaba em conflito na Austrália
A polícia precisou intervir, mas ninguém foi preso
Um grupo de homossexuais saíram nas ruas da cidade de Adelaide, Austrália, em uma passeata contra a homofobia em comemoração ao Dia Internacional contra a Homofobia, 17 de maio, mas foram surpreendidos com um grupo de evangélicos da igreja Adelaide Street que levaram cartazes com mensagens bíblicas que condenam o homossexualismo.
Cerca de 100 casais homossexuais tentavam encenar um casamento gay em público quando o grupo de cristãos chegou. Em meio à confusão, denúncias de agressão de ambos os lados e a polícia precisou ser acionada.
Uma cadeirante gay acusa um dos cristãos de tê-la derrubado da cadeira.Já os membros da igreja afirmam que tiveram suas faixas rasgadas.
Representando a organização gay, Jason Virgo afirmou: “Um pequeno grupo de cristãos radicais veio com cartazes dizendo que Deus nos odeia. Não deveriam existir cartazes juntando ‘Deus’ e ‘ódio’… Hoje é o Dia internacional contra a homofobia e eles vieram até nós dizendo coisas homofóbicas. É uma falta de respeito… Nunca iríamos até a igreja deles atrapalhar o que eles fazem por lá”.
A versão da igreja foi apresentada por Damien Gloury: “Fomos atacados e apanhamos porque proclamamos a mensagem cristã. Estamos apenas citando a Bíblia e ela diz que homossexualidade é pecado… Amamos as pessoas, pode parecer que as estamos condenando, mas não, estamos apenas pregando a Bíblia”.
Um representante da polícia local tirou alguns cristãos da rua para garantir a segurança deles. Ninguém foi preso.
Fonte: Gospel Prime
Com informações Pavablog
Um grupo de homossexuais saíram nas ruas da cidade de Adelaide, Austrália, em uma passeata contra a homofobia em comemoração ao Dia Internacional contra a Homofobia, 17 de maio, mas foram surpreendidos com um grupo de evangélicos da igreja Adelaide Street que levaram cartazes com mensagens bíblicas que condenam o homossexualismo.
Cerca de 100 casais homossexuais tentavam encenar um casamento gay em público quando o grupo de cristãos chegou. Em meio à confusão, denúncias de agressão de ambos os lados e a polícia precisou ser acionada.
Uma cadeirante gay acusa um dos cristãos de tê-la derrubado da cadeira.Já os membros da igreja afirmam que tiveram suas faixas rasgadas.
Representando a organização gay, Jason Virgo afirmou: “Um pequeno grupo de cristãos radicais veio com cartazes dizendo que Deus nos odeia. Não deveriam existir cartazes juntando ‘Deus’ e ‘ódio’… Hoje é o Dia internacional contra a homofobia e eles vieram até nós dizendo coisas homofóbicas. É uma falta de respeito… Nunca iríamos até a igreja deles atrapalhar o que eles fazem por lá”.
A versão da igreja foi apresentada por Damien Gloury: “Fomos atacados e apanhamos porque proclamamos a mensagem cristã. Estamos apenas citando a Bíblia e ela diz que homossexualidade é pecado… Amamos as pessoas, pode parecer que as estamos condenando, mas não, estamos apenas pregando a Bíblia”.
Um representante da polícia local tirou alguns cristãos da rua para garantir a segurança deles. Ninguém foi preso.
Fonte: Gospel Prime
Com informações Pavablog
Físico afirma que a ciência é Deus e que o céu é um conto de fadas
Há 49 anos ele convive com uma enfermidade incurável
Stephen Hawking é um físico muito importante, autor do best-seller Uma Breve História do Tempo que declarou recentemente em entrevista a jornais ingleses que não tem medo da morte.
O cientista tem 69 anos e desde os 21 foi diagnosticado com uma enfermidade incurável que poderia matá-lo ainda na juventude, o que não aconteceu.
Durante a entrevista que falava sobre o seu mais novo livro, The Grand Design, o professor Hawking, que é ateu, explicou o que pensa sobre a morte. Ele rejeitou a ideia de uma vida após a morte e salientou que acredita na necessidade de viver todo nosso potencial aqui na Terra. Para ele, precisamos fazer bom uso de nossa vida agora, pois não há nada depois.
Ao jornal The Guardian ele diz que não há razão para invocar um Deus para iluminar o universo. “A ciência prevê que muitos tipos diferentes do universo são espontaneamente criados a partir do nada. É uma pura questão do acaso que estamos aqui”.
Quando questionado se ele tem medo da morte o autor diz: “Tenho vivido com a perspectiva de uma morte prematura ao longo dos últimos 49 anos. Não tenho medo da morte, mas também não tenho pressa de morrer. Há muitas coisas que quero fazer antes. Considero o cérebro como um computador que vai parar de trabalhar quando seus componentes falham. Não há um céu nem vida após a morte para computadores quebrados. É só um conto de fadas para as pessoas com medo do escuro”.
Na segunda-feira, 16, essas declarações sobre Deus foi um dos assuntos mais comentados do Twitter.
Fonte: Gospel Prime
Com informações Pavablog
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| Stephen Hawking |
O cientista tem 69 anos e desde os 21 foi diagnosticado com uma enfermidade incurável que poderia matá-lo ainda na juventude, o que não aconteceu.
Durante a entrevista que falava sobre o seu mais novo livro, The Grand Design, o professor Hawking, que é ateu, explicou o que pensa sobre a morte. Ele rejeitou a ideia de uma vida após a morte e salientou que acredita na necessidade de viver todo nosso potencial aqui na Terra. Para ele, precisamos fazer bom uso de nossa vida agora, pois não há nada depois.
Ao jornal The Guardian ele diz que não há razão para invocar um Deus para iluminar o universo. “A ciência prevê que muitos tipos diferentes do universo são espontaneamente criados a partir do nada. É uma pura questão do acaso que estamos aqui”.
Quando questionado se ele tem medo da morte o autor diz: “Tenho vivido com a perspectiva de uma morte prematura ao longo dos últimos 49 anos. Não tenho medo da morte, mas também não tenho pressa de morrer. Há muitas coisas que quero fazer antes. Considero o cérebro como um computador que vai parar de trabalhar quando seus componentes falham. Não há um céu nem vida após a morte para computadores quebrados. É só um conto de fadas para as pessoas com medo do escuro”.
Na segunda-feira, 16, essas declarações sobre Deus foi um dos assuntos mais comentados do Twitter.
Fonte: Gospel Prime
Com informações Pavablog
Arnold Schwarzenegger reconhece filho com empregada
Paternidade teria feito ex-mulher deixar o lar antes de separação.
Informações foram publicadas pelo Los Angeles Times nesta terça (17).
O ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger reconheceu que teve um filho com uma empregada de sua casa durante o casamento com Maria Shriver, sua ex-mulher. A revelação teria feito Maria deixar a casa em que os dois moravam juntos antes do anúncio da separação.
Schwarzenegger e Shriver revelaram no último dia 9 que estavam se separando depois de 25 anos de casamento. Ela saiu de casa no começo do ano depois que o marido reconheceu a paternidade da criança. As informações foram publicadas pelo “Los Angeles Times” nesta terça (17).
“Depois de deixar o gabinete de governador, eu contei à minha esposa sobre esse evento, que ocorreu há uma década”, disse Schwarzenegger ao jornal. “Eu compreendo e mereço os sentimentos de raiva e desapontamento entre meus amigos e família. Não há desculpas e eu assumo total responsabilidade pelos danos que causei. Me desculpei a Maria, meus filhos e minha família. Sinto muito.”
O jornal não publicou o nome da mãe da criança, mas afirmou que a mulher trabalhou com a família por 20 anos e se aposentou em janeiro. Em entrevista na segunda (16), ela havia dito que outro homem era o pai da criança. Depois do anúncio, porém, ela se negou a comentar o assunto.
A criança nasceu antes de Schwarzenegger começar seu mandato como governador.
Informações foram publicadas pelo Los Angeles Times nesta terça (17).
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| Arnold Schwarzenegger e sua ex-mulher, Maria |
Schwarzenegger e Shriver revelaram no último dia 9 que estavam se separando depois de 25 anos de casamento. Ela saiu de casa no começo do ano depois que o marido reconheceu a paternidade da criança. As informações foram publicadas pelo “Los Angeles Times” nesta terça (17).
“Depois de deixar o gabinete de governador, eu contei à minha esposa sobre esse evento, que ocorreu há uma década”, disse Schwarzenegger ao jornal. “Eu compreendo e mereço os sentimentos de raiva e desapontamento entre meus amigos e família. Não há desculpas e eu assumo total responsabilidade pelos danos que causei. Me desculpei a Maria, meus filhos e minha família. Sinto muito.”
O jornal não publicou o nome da mãe da criança, mas afirmou que a mulher trabalhou com a família por 20 anos e se aposentou em janeiro. Em entrevista na segunda (16), ela havia dito que outro homem era o pai da criança. Depois do anúncio, porém, ela se negou a comentar o assunto.
A criança nasceu antes de Schwarzenegger começar seu mandato como governador.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
“Nova classe média evangélica se aproxima da Igreja Católica” afirma líder da CNBB
O novo presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), d. Raymundo Damasceno Assis, disse ontem que a ascensão social de quase 30 milhões de pessoas nos últimos anos as tornou mais “críticas”.
Por conta disso, disse, a presença evangélica na população do país teria caído.
“Elas começam a ler mais, a estudar mais, e por isso são mais críticas em relação a muitas posturas hoje na sociedade”, afirmou, após o encerramento da 49ª Assembleia Geral da CNBB, em Aparecida (SP).
D. Raymundo Damasceno Assis não soube precisar a fonte das informações, mas afirmou que a nova classe média, ao mesmo tempo em que se afastou das igrejas evangélicas, se aproximou da Igreja Católica.
Segundo o Datafolha, a população católica perdeu fieis na última década, enquanto a população evangélica cresceu.
Ontem, ao tomar posse como presidente da CNBB pelos próximos quatro anos, ele assumiu como principal desafio fortalecer o papel missionário da Igreja Católica no país.
D. Raymundo Damasceno Assis disse que as paróquias precisam sair do “comodismo” e buscar fieis.
Atualmente, o principal alvo da Igreja Católica são os jovens. Uma das estratégias para conquistá-los é o uso da internet e das redes sociais, como defendeu o cardeal d. Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo, em entrevista durante a assembleia.
Já d. Raymundo Damasceno aposta fichas também na escolha do Brasil para sediar a jornada mundial da juventude em 2013, que terá a presença do Papa Bento 16.
CONCILIADOR
Segundo bispos ouvidos pela reportagem, a escolha de d. Raymundo Dasmasceno como presidente da CNBB se deu principalmente por seu perfil conciliador.
Questionado pela Folha sobre o governo Dilma Rousseff, ele afirmou que avalia positivamente a gestão dela e a caracterizou como uma pessoa “discreta”, que só aparece “nos momentos mais importantes”.
“São personalidades diferentes”, disse, ao ser questionado se a afirmação era uma crítica ao ex-presidente Lula.
O presidente da CNBB não quis comentar a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que equiparou a união civil homoafetiva à heterossexual, na semana passada.
D. Raymundo Damasceno Assis afirmou que sua opinião era a mesma que a explicitada pela CNBB em nota. A entidade disse que o Supremo ultrapassou “os limites de sua competência” e que a decisão cabia ao Congresso.
Fonte: Folha
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| Segundo bispos ouvidos pela reportagem, a escolha de d. Raymundo Dasmasceno como presidente da CNBB se deu principalmente por seu perfil conciliador. |
Por conta disso, disse, a presença evangélica na população do país teria caído.
“Elas começam a ler mais, a estudar mais, e por isso são mais críticas em relação a muitas posturas hoje na sociedade”, afirmou, após o encerramento da 49ª Assembleia Geral da CNBB, em Aparecida (SP).
D. Raymundo Damasceno Assis não soube precisar a fonte das informações, mas afirmou que a nova classe média, ao mesmo tempo em que se afastou das igrejas evangélicas, se aproximou da Igreja Católica.
Segundo o Datafolha, a população católica perdeu fieis na última década, enquanto a população evangélica cresceu.
Ontem, ao tomar posse como presidente da CNBB pelos próximos quatro anos, ele assumiu como principal desafio fortalecer o papel missionário da Igreja Católica no país.
D. Raymundo Damasceno Assis disse que as paróquias precisam sair do “comodismo” e buscar fieis.
Atualmente, o principal alvo da Igreja Católica são os jovens. Uma das estratégias para conquistá-los é o uso da internet e das redes sociais, como defendeu o cardeal d. Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo, em entrevista durante a assembleia.
Já d. Raymundo Damasceno aposta fichas também na escolha do Brasil para sediar a jornada mundial da juventude em 2013, que terá a presença do Papa Bento 16.
CONCILIADOR
Segundo bispos ouvidos pela reportagem, a escolha de d. Raymundo Dasmasceno como presidente da CNBB se deu principalmente por seu perfil conciliador.
Questionado pela Folha sobre o governo Dilma Rousseff, ele afirmou que avalia positivamente a gestão dela e a caracterizou como uma pessoa “discreta”, que só aparece “nos momentos mais importantes”.
“São personalidades diferentes”, disse, ao ser questionado se a afirmação era uma crítica ao ex-presidente Lula.
O presidente da CNBB não quis comentar a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que equiparou a união civil homoafetiva à heterossexual, na semana passada.
D. Raymundo Damasceno Assis afirmou que sua opinião era a mesma que a explicitada pela CNBB em nota. A entidade disse que o Supremo ultrapassou “os limites de sua competência” e que a decisão cabia ao Congresso.
Fonte: Folha
domingo, 15 de maio de 2011
Oxi, uma droga ainda pior
O oxi – uma pedra tóxica feita com cal, gasolina e pasta de cocaína – se espalha pelo país e assusta as autoridades mais que o crack

LONGE DEMAIS
Pedro, de 27 anos, numa clínica para dependentes em São Paulo. Usuário de crack, ao provar oxi sentiu que sua vida estava em risco
Pedro tinha 8 anos quando começou a fumar maconha. Aos 14, experimentou cocaína. Com 19, foi apresentado ao crack. “Eu fumava cinco pedras e bebia até 12 copos de pinga.” Em janeiro deste ano, seu fornecedor de drogas, em Brasília, passou a oferecer pedras diferentes, com cheiro de querosene e consistência mais mole. Pedro estranhou. “Dizia a ele que a pedra estava batizada, que não era boa. O cara me dizia que era o que tinha e ainda me daria umas (pedras) a mais.” Não demorou para Pedro notar a diferença no efeito. A nova pedra era mais viciante. Para não sofrer com crises de abstinência, dobrou o consumo para até dez pedras por dia. Descobriu então que, em vez de crack, estava fumando uma droga chamada oxi. “Quando soube, vi que estava botando um veneno ainda maior no meu corpo. Fiquei com medo de morrer.” Aos 27 anos, depois de quase duas décadas de dependência química, Pedro sentiu que tinha ido longe demais. Internou-se numa clínica.
A história de Pedro (nome fictício) ilustra o terror provocado pelo oxi, droga que está se espalhando rapidamente pelo Brasil. O oxi está sendo tratado pelos médicos como algo mais letal que o crack, considerado até agora a mais devastadora das drogas. Mas é consumido por pessoas que não sabem disso, porque é vendido em bocas de fumo como se fosse crack. “O oxi invadiu os postos de venda tradicionais. Isso preocupa”, diz o delegado Reinaldo Correa, titular da Divisão de Prevenção e Educação do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), da Polícia Civil de São Paulo.
A primeira apreensão confirmada do oxi em São Paulo ocorreu quase por acaso. Em março, a polícia apreendeu 60 quilos de algo que foi classificado como crack. O equívoco foi corrigido quando esse carregamento foi usado numa demonstração para novos policiais. “Queimamos algumas pedras e, pelos resíduos, concluímos que era oxi”, afirma Correa. Quase diariamente, a polícia de algum Estado do Brasil anuncia ter apreendido a droga pela primeira vez (leia o mapa abaixo) . Em alguns casos, como em Minas Gerais, Bahia, Paraná e Rio Grande do Sul, as primeiras apreensões foram feitas na semana passada. Não é que o oxi surgiu em tantos lugares em tão pouco tempo. Ele já havia se espalhado sem ser notado.
Como o crack, o oxi é vendido em pedras que, quando queimadas, liberam uma fumaça. Inalada, em poucos segundos vai para o cérebro, provocando euforia e bem-estar. “Visualmente, são quase idênticas”, diz Correa. A diferenciação pode ser feita pela fumaça, que no caso do crack é mais branca, ou pelos resíduos: o crack deixa cinzas, enquanto o oxi libera uma substância oleosa. Por causa da dificuldade em distinguir uma droga da outra, é impossível ter exata noção da penetração do oxi entre os usuários. “Sabemos apenas que ele está aqui há algum tempo”, afirma Correa.
Recente nos Estados mais ao sul do país, o oxi é velho conhecido dos viciados da Região Norte. Acredita-se que a droga entrou no Brasil ainda na década de 1980, a partir de Brasileia e Epitaciolândia, cidades do Acre que fazem fronteira com a Bolívia. O consumo da substância foi registrado por pesquisadores em 2003, quando Álvaro Mendes, vice-presidente da Associação Brasileira de Redução de Danos (Aborda), pesquisava o uso de merla, outro derivado da cocaína, entre os acrianos. “No primeiro momento, o oxi era usado pelas classes sociais mais baixas e por místicos que iam ao Acre atrás da ayahuasca (chá alucinógeno usado em cerimônias do Santo Daime)”, diz Mendes. A droga chegou à capital, Rio Branco, de onde se espalhou para outros Estados da região. “Hoje, é consumida em todas as classes sociais”, diz Mendes.

A dentista Sandra Crivello se lembra de quando viu o primeiro caso de dependência por oxi em São Paulo. Foi no fim do ano passado, quando recebeu uma ligação de uma Organização Não Governamental (ONG) que faz atendimento a jovens viciados em drogas. Queriam que ela atendesse um rapaz com problemas na boca. Encontrou o paciente na porta da ONG. A imagem do rapaz chocou Sandra, que há mais de 20 anos atende meninos de rua viciados. Loiro, pele branca e aparentando 20 anos, chocava pela magreza e pelo cheiro quase insuportável de vômito e fezes. “Ele estava em condição de torpor, parecia viver em outro mundo.”
– Foi você que veio me ver? Olha, está doendo muito – disse o rapaz, chorando, antes de puxar os lábios com força exagerada. Sandra não se esquece do que viu. “Tinha até osso necrosado.” Perguntou ao rapaz:
– O que você usou? Não vem me dizer que é crack que eu sei que não é.
– Eu bebi.
– Bebida não é. O que você usou?
– Foi oxi.
Sandra, que já tinha ouvido falar do oxi, diz que respirou fundo. “Agora que essa porcaria chegou aqui, não falta mais nada. Só pedi que Deus nos ajudasse.” Como Sandra, vários profissionais que têm contato com o mundo das drogas temem que o oxi tome o lugar do crack. Motivos não faltam, da facilidade de fabricação ao preço baixo. O crack é feito com pasta-base de cocaína, misturada com bicarbonato de sódio e um solvente, que pode ser éter ou amoníaco. É difícil obter grandes quantidades dessas substâncias, porque a venda é controlada pela Polícia Federal. Já o oxi é feito com pasta-base de coca misturada a cal virgem e a gasolina ou a querosene. “O refinamento do crack demanda uma cozinha e um processo laboratorial mais complexo”, diz Ronaldo Laranjeira, coordenador do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Para fabricar o oxi, basta misturar a pasta-base com um derivado de petróleo em qualquer panela. Pode ser feito no fundo de um quintal.” O resultado é que os traficantes podem cobrar preço menor. Se uma pedra de crack custa ao viciado entre R$ 7 e R$ 10 na “cracolândia”, região central de São Paulo onde usuários e traficantes circulam livremente dia e noite, a pedra de oxi sai por cerca de R$ 2. Esse valor torna a droga acessível a um público muito maior. “Dependentes buscam o que é mais barato”, diz Luiz Alberto Chaves de Oliveira, chefe da Coordenadoria de Atenção às Drogas da Prefeitura de São Paulo. Também procuram o que tem efeito mais forte e mais rápido. O oxi, ao que parece, atende a essas necessidades. E tem tanto ou mais poder de viciar que o crack. “O oxi parece gerar ainda mais dependência. É potencialmente mais forte que o crack, que já é muito destrutivo”, diz Cláudio Alexandre, psicólogo do Grupo Viva, que atende dependentes de drogas.
O agente penitenciário André (nome fictício), de 34 anos, morador de Rio Branco, no Acre, conhece bem os efeitos do oxi. “Quem usa chama de veneno”, diz. Como todo veneno, é traiçoeiro. André descreve o gosto da fumaça como algo “gostoso”. “Pega mais, dá uma viagem.” Não demora e surgem os efeitos adversos – dor de cabeça, vômitos e diarreias. E paranoia. André diz que ouvia vozes. “Era o demônio falando no meu ouvido.” Os efeitos também são físicos. “Via muitos usuários sujos de vômito e diarreia.” Mesmo assim, André não conseguia abandonar o uso. Vendeu o que tinha para comprar pedras. “Pedia aos boqueiros (quem trabalha nas bocas de fumo) que passassem na minha casa e pegassem tudo.” Geladeira, fogão, DVD, um a um, todos os móveis e eletrodomésticos foram trocados por pedras brancas. “Só não troquei a vida”, diz André, que está internado numa clínica ligada a uma ONG em Rio Branco. Ele afirma que só buscou tratamento porque, desempregado, não tinha mais dinheiro para abastecer o vício.
Na última semana, as polícias de quatro Estados anunciaram as primeiras apreensões de oxi
Paulina Duarte, da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), diz que o governo federal está avaliando o impacto do oxi. Junto com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Senad está finalizando uma pesquisa sobre o uso de derivados de cocaína no país. O estudo incompleto sugere que, pela facilidade com que é produzido, o oxi pode subverter a lógica usual do tráfico. “Não há um fornecedor fixo que distribui um só produto”, diz Paulina. “A droga é produzida em casa, de forma primitiva e artesanal.” Uma nova organização do tráfico poderia exigir uma mudança na forma de repressão policial. “Para combater o oxi, não temos de caçar apenas grandes traficantes”, afirma Paulina. “Precisaremos de uma polícia ativa, que atue diretamente nos pontos urbanos.”
Também é preciso que o serviço de saúde tenha exata noção das substâncias que compõem o oxi, a fim de entender seus efeitos e propor tratamento adequado. Por enquanto, faltam estudos laboratoriais que atestem a composição da substância. Na década de 1980, a Alemanha queria montar uma política para diminuir as mortes provocadas por overdose de heroína. Descobriu-se que o que estava matando era uma versão da droga com aditivos. Somente a partir dessa constatação o serviço de saúde organizou a melhor forma de tratamento. O Brasil suspeita, mas não tem certeza, do que é feito o oxi. Saber é o primeiro passo de uma longa batalha contra a nova droga.


LONGE DEMAIS
Pedro, de 27 anos, numa clínica para dependentes em São Paulo. Usuário de crack, ao provar oxi sentiu que sua vida estava em risco
Pedro tinha 8 anos quando começou a fumar maconha. Aos 14, experimentou cocaína. Com 19, foi apresentado ao crack. “Eu fumava cinco pedras e bebia até 12 copos de pinga.” Em janeiro deste ano, seu fornecedor de drogas, em Brasília, passou a oferecer pedras diferentes, com cheiro de querosene e consistência mais mole. Pedro estranhou. “Dizia a ele que a pedra estava batizada, que não era boa. O cara me dizia que era o que tinha e ainda me daria umas (pedras) a mais.” Não demorou para Pedro notar a diferença no efeito. A nova pedra era mais viciante. Para não sofrer com crises de abstinência, dobrou o consumo para até dez pedras por dia. Descobriu então que, em vez de crack, estava fumando uma droga chamada oxi. “Quando soube, vi que estava botando um veneno ainda maior no meu corpo. Fiquei com medo de morrer.” Aos 27 anos, depois de quase duas décadas de dependência química, Pedro sentiu que tinha ido longe demais. Internou-se numa clínica.
A história de Pedro (nome fictício) ilustra o terror provocado pelo oxi, droga que está se espalhando rapidamente pelo Brasil. O oxi está sendo tratado pelos médicos como algo mais letal que o crack, considerado até agora a mais devastadora das drogas. Mas é consumido por pessoas que não sabem disso, porque é vendido em bocas de fumo como se fosse crack. “O oxi invadiu os postos de venda tradicionais. Isso preocupa”, diz o delegado Reinaldo Correa, titular da Divisão de Prevenção e Educação do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), da Polícia Civil de São Paulo.
A primeira apreensão confirmada do oxi em São Paulo ocorreu quase por acaso. Em março, a polícia apreendeu 60 quilos de algo que foi classificado como crack. O equívoco foi corrigido quando esse carregamento foi usado numa demonstração para novos policiais. “Queimamos algumas pedras e, pelos resíduos, concluímos que era oxi”, afirma Correa. Quase diariamente, a polícia de algum Estado do Brasil anuncia ter apreendido a droga pela primeira vez (leia o mapa abaixo) . Em alguns casos, como em Minas Gerais, Bahia, Paraná e Rio Grande do Sul, as primeiras apreensões foram feitas na semana passada. Não é que o oxi surgiu em tantos lugares em tão pouco tempo. Ele já havia se espalhado sem ser notado.
Como o crack, o oxi é vendido em pedras que, quando queimadas, liberam uma fumaça. Inalada, em poucos segundos vai para o cérebro, provocando euforia e bem-estar. “Visualmente, são quase idênticas”, diz Correa. A diferenciação pode ser feita pela fumaça, que no caso do crack é mais branca, ou pelos resíduos: o crack deixa cinzas, enquanto o oxi libera uma substância oleosa. Por causa da dificuldade em distinguir uma droga da outra, é impossível ter exata noção da penetração do oxi entre os usuários. “Sabemos apenas que ele está aqui há algum tempo”, afirma Correa.
Recente nos Estados mais ao sul do país, o oxi é velho conhecido dos viciados da Região Norte. Acredita-se que a droga entrou no Brasil ainda na década de 1980, a partir de Brasileia e Epitaciolândia, cidades do Acre que fazem fronteira com a Bolívia. O consumo da substância foi registrado por pesquisadores em 2003, quando Álvaro Mendes, vice-presidente da Associação Brasileira de Redução de Danos (Aborda), pesquisava o uso de merla, outro derivado da cocaína, entre os acrianos. “No primeiro momento, o oxi era usado pelas classes sociais mais baixas e por místicos que iam ao Acre atrás da ayahuasca (chá alucinógeno usado em cerimônias do Santo Daime)”, diz Mendes. A droga chegou à capital, Rio Branco, de onde se espalhou para outros Estados da região. “Hoje, é consumida em todas as classes sociais”, diz Mendes.

A dentista Sandra Crivello se lembra de quando viu o primeiro caso de dependência por oxi em São Paulo. Foi no fim do ano passado, quando recebeu uma ligação de uma Organização Não Governamental (ONG) que faz atendimento a jovens viciados em drogas. Queriam que ela atendesse um rapaz com problemas na boca. Encontrou o paciente na porta da ONG. A imagem do rapaz chocou Sandra, que há mais de 20 anos atende meninos de rua viciados. Loiro, pele branca e aparentando 20 anos, chocava pela magreza e pelo cheiro quase insuportável de vômito e fezes. “Ele estava em condição de torpor, parecia viver em outro mundo.”
– Foi você que veio me ver? Olha, está doendo muito – disse o rapaz, chorando, antes de puxar os lábios com força exagerada. Sandra não se esquece do que viu. “Tinha até osso necrosado.” Perguntou ao rapaz:
– O que você usou? Não vem me dizer que é crack que eu sei que não é.
– Eu bebi.
– Bebida não é. O que você usou?
– Foi oxi.
Sandra, que já tinha ouvido falar do oxi, diz que respirou fundo. “Agora que essa porcaria chegou aqui, não falta mais nada. Só pedi que Deus nos ajudasse.” Como Sandra, vários profissionais que têm contato com o mundo das drogas temem que o oxi tome o lugar do crack. Motivos não faltam, da facilidade de fabricação ao preço baixo. O crack é feito com pasta-base de cocaína, misturada com bicarbonato de sódio e um solvente, que pode ser éter ou amoníaco. É difícil obter grandes quantidades dessas substâncias, porque a venda é controlada pela Polícia Federal. Já o oxi é feito com pasta-base de coca misturada a cal virgem e a gasolina ou a querosene. “O refinamento do crack demanda uma cozinha e um processo laboratorial mais complexo”, diz Ronaldo Laranjeira, coordenador do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Para fabricar o oxi, basta misturar a pasta-base com um derivado de petróleo em qualquer panela. Pode ser feito no fundo de um quintal.” O resultado é que os traficantes podem cobrar preço menor. Se uma pedra de crack custa ao viciado entre R$ 7 e R$ 10 na “cracolândia”, região central de São Paulo onde usuários e traficantes circulam livremente dia e noite, a pedra de oxi sai por cerca de R$ 2. Esse valor torna a droga acessível a um público muito maior. “Dependentes buscam o que é mais barato”, diz Luiz Alberto Chaves de Oliveira, chefe da Coordenadoria de Atenção às Drogas da Prefeitura de São Paulo. Também procuram o que tem efeito mais forte e mais rápido. O oxi, ao que parece, atende a essas necessidades. E tem tanto ou mais poder de viciar que o crack. “O oxi parece gerar ainda mais dependência. É potencialmente mais forte que o crack, que já é muito destrutivo”, diz Cláudio Alexandre, psicólogo do Grupo Viva, que atende dependentes de drogas.
O agente penitenciário André (nome fictício), de 34 anos, morador de Rio Branco, no Acre, conhece bem os efeitos do oxi. “Quem usa chama de veneno”, diz. Como todo veneno, é traiçoeiro. André descreve o gosto da fumaça como algo “gostoso”. “Pega mais, dá uma viagem.” Não demora e surgem os efeitos adversos – dor de cabeça, vômitos e diarreias. E paranoia. André diz que ouvia vozes. “Era o demônio falando no meu ouvido.” Os efeitos também são físicos. “Via muitos usuários sujos de vômito e diarreia.” Mesmo assim, André não conseguia abandonar o uso. Vendeu o que tinha para comprar pedras. “Pedia aos boqueiros (quem trabalha nas bocas de fumo) que passassem na minha casa e pegassem tudo.” Geladeira, fogão, DVD, um a um, todos os móveis e eletrodomésticos foram trocados por pedras brancas. “Só não troquei a vida”, diz André, que está internado numa clínica ligada a uma ONG em Rio Branco. Ele afirma que só buscou tratamento porque, desempregado, não tinha mais dinheiro para abastecer o vício.
Na última semana, as polícias de quatro Estados anunciaram as primeiras apreensões de oxi
Paulina Duarte, da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), diz que o governo federal está avaliando o impacto do oxi. Junto com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Senad está finalizando uma pesquisa sobre o uso de derivados de cocaína no país. O estudo incompleto sugere que, pela facilidade com que é produzido, o oxi pode subverter a lógica usual do tráfico. “Não há um fornecedor fixo que distribui um só produto”, diz Paulina. “A droga é produzida em casa, de forma primitiva e artesanal.” Uma nova organização do tráfico poderia exigir uma mudança na forma de repressão policial. “Para combater o oxi, não temos de caçar apenas grandes traficantes”, afirma Paulina. “Precisaremos de uma polícia ativa, que atue diretamente nos pontos urbanos.”
Também é preciso que o serviço de saúde tenha exata noção das substâncias que compõem o oxi, a fim de entender seus efeitos e propor tratamento adequado. Por enquanto, faltam estudos laboratoriais que atestem a composição da substância. Na década de 1980, a Alemanha queria montar uma política para diminuir as mortes provocadas por overdose de heroína. Descobriu-se que o que estava matando era uma versão da droga com aditivos. Somente a partir dessa constatação o serviço de saúde organizou a melhor forma de tratamento. O Brasil suspeita, mas não tem certeza, do que é feito o oxi. Saber é o primeiro passo de uma longa batalha contra a nova droga.

Cassino bilionário é inaugurado em Macau, na China
Cassino faz parte do complexo com três hotéis e piscina de onda artificial.
Há 450 mesas de jogo e 1.500 máquinas de caça-níquel.
Vista aérea do Galaxy Macau (Foto: AP)
O Galaxy Macau, um resort e cassino bilionário, foi inaugurado neste domingo (15) em Macau, na China, com 450 mesas de jogo e 1.500 máquinas de caça-níquel. O empreendimento empresa Galaxy Entertainment Group custou quase 2 bilhões de dólares e pretende atrair uma maior variedade de visitantes do que outros do mesmo ramo no país.

Máquinas de caça-níquel do Galaxy Macau
(Foto: AP)
No complexo, há três hotéis, incluindo um da cadeia de Cingapura Banyan Tree e outra cadeia Okura, no Japão, com 2.200 quartos.
Uma das maiores atrações do resort é uma piscina de ondas artificiais de 4 mil metros quadrados, que gera ondas de até 1,5 metro de altura em uma praia artificial criada com 350 toneladas de areia branca.
Há ainda jardins tropicais e japoneses, um pavilhão japonês, um bar especializado em uísque escocês, 50 restaurantes, um clube privado e uma rua de compras. Até o fim deste ano será inaugurado um cinema para filmes em três dimensões.
Casso conta com 450 mesas de jogo (Foto: AP)
Visitantes ficaram impressionados com o luxo do cassino (Foto: AP)
Há 450 mesas de jogo e 1.500 máquinas de caça-níquel.
Vista aérea do Galaxy Macau (Foto: AP)O Galaxy Macau, um resort e cassino bilionário, foi inaugurado neste domingo (15) em Macau, na China, com 450 mesas de jogo e 1.500 máquinas de caça-níquel. O empreendimento empresa Galaxy Entertainment Group custou quase 2 bilhões de dólares e pretende atrair uma maior variedade de visitantes do que outros do mesmo ramo no país.

Máquinas de caça-níquel do Galaxy Macau
(Foto: AP)
No complexo, há três hotéis, incluindo um da cadeia de Cingapura Banyan Tree e outra cadeia Okura, no Japão, com 2.200 quartos.
Uma das maiores atrações do resort é uma piscina de ondas artificiais de 4 mil metros quadrados, que gera ondas de até 1,5 metro de altura em uma praia artificial criada com 350 toneladas de areia branca.
Há ainda jardins tropicais e japoneses, um pavilhão japonês, um bar especializado em uísque escocês, 50 restaurantes, um clube privado e uma rua de compras. Até o fim deste ano será inaugurado um cinema para filmes em três dimensões.
Casso conta com 450 mesas de jogo (Foto: AP)
Visitantes ficaram impressionados com o luxo do cassino (Foto: AP)
Bahia de Feira vence o Vitória e é o campeão do Baianão 2011
Feira de Santana faz a festa. Tremendão é o campeão do Campeonato Baiano. O Vitória era apático diante do avanço do Bahia de Feira.

O Bahia de Feira conquistou o inédito título de campeão baiano ao derrotar o Vitória por 2 a 1, na segunda partida da final do campeonato disputada na tarde deste domingo, 15, em pleno Barradão, em Salvador.
Geovanni abriu o placar para o Vitória aos 14 minutos do primeiro tempo. Allyson empatou para Bahia de Feira já nos acréscimos do primeiro tempo. João Neto, aos 21 minutos da etapa final, marcou o gol que deu o primeiro título baiano para a equipe de Feira de Santana.
Diferente do Vitória, o Tremendão começou o Baiano deste ano com o pé direito. Foi campeão do Torneio Início e fez ótima campanha na primeira fase. Ele dominou os 90 minutos de jogo neste domingo. Venceu seis jogos, empatou cinco e perdeu só um. Foi o único que ficou invicto até o oitavo jogo. Nas quartas de final, das seis partidas, o Bahia de Feira venceu quatro e perdeu duas. Em todo o campeonato, foram apenas três derrotas, seis empates e 12 triunfos, incluindo a grande final, na qual conquistou o título.
É preciso destacar um nome: o do técnico Arnaldo Lira. De 2009, quando subiu para a elite do Campeonato Baiano, até a taça, o Bahia de Feira conseguiu chegar às semifinais já em 2010 e superou o feito este ano. Para realizar a bela campanha, foi fundamental a permanência de Lira, desde o início desse projeto à frente do time. Se o técnico já costumava gritar durante as partidas, ganhou um belo motivo para ficar sem voz.
O jogo
O primeiro grande lance da partida foi aos 8 minutos. Em saída rapida, o lateral Leo saiu driblando e tocou avançado para Nikão. Após tirar o zagueiro da jogada, ele chutou cruzado. Apesar da bola não ter levado perigo, a jogada animou a torcida presente no Barradão.
Apesar da vangagem de jogar em casa e do empate - que ainda assim lhe garantiria o título - o Vitória não conseguia dominar a partida e deixava espaço para o Bahia de Feira criar boas jogadas. O Leão começou a utilizar o rápido contra-ataque para tentar abrir o placar.
A marcação de uma falta que parou um desses contra-ataques do time rubro-negro deu início ao lance do primeiro gol da partida. Aos 15 minutos, Geovanni cobrou falta e colocou dentro da rede. O goleiro Jair ficou paralisado. Para quem já tinha a vantagem do empate, abrir o placar deu ao Leão uma tranquilidade fundamental em dia de decisão.
Mas apesar do gol, o Vitória tinha dificuldades para criar. A falta de jogo do rubro-negro abriu espaço para que o Bahia de Feira se soltasse mais no jogo.
Frente a frente com Jair, aos 43 minutos, Elkeson arrancou com a bola pela lateral esquerda após o escorregão do jogador do Bahia de Feira, mas chutou muito mal. Dois minutos depois, o Bahia de Feira deu o troco e chegou ao empate. Após uma falha na bola aérea em cobrança de escanteio, Allyson sobe mais que a zaga e manda pra rede. O empate seguido de um erro de ataque deixou a torcida rubro-negra com raiva. Os jogadores foram para o vestiário sob vaias.
Apesar de ter cedido o empate no último minuto do 1º tempo, o Vitória parecia ter levado a sério a bronca recebida no intervalo. No início do 2º tempo, só deu ataque rubro-negro. Nikão e Elkeson coordenavam os ataques. Mas depois dos cinco minutos iniciais o time rubro-negro voltou a virar espectador do Bahia de Feira, como no 1º tempo. A torcida não perdoou. Nikão foi substituido aos 14 minutos e deixou o campo vaiado.
O jogo seguia como uma espécie de replay do primeiro turno. Até que aos 21 minutos, o Bahia de Feira virou o placar. João Neto sozinho pela esquerda, avançou na área e chutou forte pra rede. Viáfara ainda tocou na bola, mas não conseguiu impedir o empate. O Vitória teve uma chance do empate um minuto depois, mas não aproveitou a boa chance.
O Vitória era apático diante do avanço do Bahia de Feira. O 2º tempo ainda teve uma jogada perigosa na área do Bahia de Feira. Em cruzamento na área, Rildo lança para Neto Baiano que é empurrado na área. O juiz chega a marcar o pênalti, mas, alertado pelo assistente do impedimento do jogador rubro-negro, cancelou a penalidade.
O escanteio para o Vitória aos 41 minutos foi a imagem do desespero rubro-negro. Todo o time na área para uma jogada completamente desarmada pela zaga do Bahia de Feira. Esse definitivamente não é o ano do Leão. As informações são do Correio e do A Tarde.

O Bahia de Feira conquistou o inédito título de campeão baiano ao derrotar o Vitória por 2 a 1, na segunda partida da final do campeonato disputada na tarde deste domingo, 15, em pleno Barradão, em Salvador.
Geovanni abriu o placar para o Vitória aos 14 minutos do primeiro tempo. Allyson empatou para Bahia de Feira já nos acréscimos do primeiro tempo. João Neto, aos 21 minutos da etapa final, marcou o gol que deu o primeiro título baiano para a equipe de Feira de Santana.
Diferente do Vitória, o Tremendão começou o Baiano deste ano com o pé direito. Foi campeão do Torneio Início e fez ótima campanha na primeira fase. Ele dominou os 90 minutos de jogo neste domingo. Venceu seis jogos, empatou cinco e perdeu só um. Foi o único que ficou invicto até o oitavo jogo. Nas quartas de final, das seis partidas, o Bahia de Feira venceu quatro e perdeu duas. Em todo o campeonato, foram apenas três derrotas, seis empates e 12 triunfos, incluindo a grande final, na qual conquistou o título.
É preciso destacar um nome: o do técnico Arnaldo Lira. De 2009, quando subiu para a elite do Campeonato Baiano, até a taça, o Bahia de Feira conseguiu chegar às semifinais já em 2010 e superou o feito este ano. Para realizar a bela campanha, foi fundamental a permanência de Lira, desde o início desse projeto à frente do time. Se o técnico já costumava gritar durante as partidas, ganhou um belo motivo para ficar sem voz.
O jogo
O primeiro grande lance da partida foi aos 8 minutos. Em saída rapida, o lateral Leo saiu driblando e tocou avançado para Nikão. Após tirar o zagueiro da jogada, ele chutou cruzado. Apesar da bola não ter levado perigo, a jogada animou a torcida presente no Barradão.
Apesar da vangagem de jogar em casa e do empate - que ainda assim lhe garantiria o título - o Vitória não conseguia dominar a partida e deixava espaço para o Bahia de Feira criar boas jogadas. O Leão começou a utilizar o rápido contra-ataque para tentar abrir o placar.
A marcação de uma falta que parou um desses contra-ataques do time rubro-negro deu início ao lance do primeiro gol da partida. Aos 15 minutos, Geovanni cobrou falta e colocou dentro da rede. O goleiro Jair ficou paralisado. Para quem já tinha a vantagem do empate, abrir o placar deu ao Leão uma tranquilidade fundamental em dia de decisão.
Mas apesar do gol, o Vitória tinha dificuldades para criar. A falta de jogo do rubro-negro abriu espaço para que o Bahia de Feira se soltasse mais no jogo.
Frente a frente com Jair, aos 43 minutos, Elkeson arrancou com a bola pela lateral esquerda após o escorregão do jogador do Bahia de Feira, mas chutou muito mal. Dois minutos depois, o Bahia de Feira deu o troco e chegou ao empate. Após uma falha na bola aérea em cobrança de escanteio, Allyson sobe mais que a zaga e manda pra rede. O empate seguido de um erro de ataque deixou a torcida rubro-negra com raiva. Os jogadores foram para o vestiário sob vaias.
Apesar de ter cedido o empate no último minuto do 1º tempo, o Vitória parecia ter levado a sério a bronca recebida no intervalo. No início do 2º tempo, só deu ataque rubro-negro. Nikão e Elkeson coordenavam os ataques. Mas depois dos cinco minutos iniciais o time rubro-negro voltou a virar espectador do Bahia de Feira, como no 1º tempo. A torcida não perdoou. Nikão foi substituido aos 14 minutos e deixou o campo vaiado.
O jogo seguia como uma espécie de replay do primeiro turno. Até que aos 21 minutos, o Bahia de Feira virou o placar. João Neto sozinho pela esquerda, avançou na área e chutou forte pra rede. Viáfara ainda tocou na bola, mas não conseguiu impedir o empate. O Vitória teve uma chance do empate um minuto depois, mas não aproveitou a boa chance.
O Vitória era apático diante do avanço do Bahia de Feira. O 2º tempo ainda teve uma jogada perigosa na área do Bahia de Feira. Em cruzamento na área, Rildo lança para Neto Baiano que é empurrado na área. O juiz chega a marcar o pênalti, mas, alertado pelo assistente do impedimento do jogador rubro-negro, cancelou a penalidade.
O escanteio para o Vitória aos 41 minutos foi a imagem do desespero rubro-negro. Todo o time na área para uma jogada completamente desarmada pela zaga do Bahia de Feira. Esse definitivamente não é o ano do Leão. As informações são do Correio e do A Tarde.
sábado, 14 de maio de 2011
Relatório Missionário do mês de Abril 2011
Relatório do mês de Abril 2011
Queridos irmãos
A paz do Senhor
Louvamos a Deus pela vida de todos vocês que com tanto amor tem nos apoiado em oração e financeiramente.
A Bíblia diz que devemos rogar ao senhor da seara para que ele mande ceifeiros para sua seara.
Estamos orando a Deus para que não pare de nos enviar ceifeiros.
Como resposta a essa oração, Deus usou a igreja Assembléia de Deus na cidade de Catanduva que acaba de enviar uma família para nos ajudar aqui em Moçambique e no próximo ano em Zimbábue.






Queridos irmãos
A paz do Senhor
Louvamos a Deus pela vida de todos vocês que com tanto amor tem nos apoiado em oração e financeiramente.
A Bíblia diz que devemos rogar ao senhor da seara para que ele mande ceifeiros para sua seara.
Estamos orando a Deus para que não pare de nos enviar ceifeiros.
Como resposta a essa oração, Deus usou a igreja Assembléia de Deus na cidade de Catanduva que acaba de enviar uma família para nos ajudar aqui em Moçambique e no próximo ano em Zimbábue.






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